1. O significado do termo "Dízimo". 2. Os Teólogos e o Dízimo. 3. O Dízimo e a teologia da prosperidade. 4. O verdadeiro significado da contribuição. 5. Argumentos a favor do Dízimo. 6. Argumentos contra o Dízimo. 7. Dízimo e Hermenêutica: dois modelos de interpretação. Bibliografia Apêndice: Legalismo ou Graça ? _____________________________________________ 1. O SIGNIFICADO DO TERMO "DIZIMO" A palavra "dízimo" tem origem tanto no Hebraico quanto no Grego, com significados semelhantes relacionados à ideia de "décima parte". No Hebraico o termo usado é "MAASER"que literalmente quer dizer “décima parte” de algo. No Grego, a palavra é "DEKATE" que também significa literalmente “décima parte” de algo. Em resumo, tanto no hebraico quanto no grego, a ideia central do dízimo é sempre a oferta de 10% dos bens ou rendimentos, geralmente como ato de adoração ou obrigação religiosa. No latim, o termo usado é "DÉCIMUS", e apresenta o mesmo significado do Hebraico e do Grego, isto é, a décima parte de algo, No contexto do Antigo Testamento o dízimo se relaciona a uma contribuição obrigatória equivalente a 10% dos ganhos em determinado período. 2. OS TEÓLOGOS E O DÍZIMO O dízimo é defendido e também criticado por vários teólogos ao longo da história, especialmente dentro das tradições cristãs protestantes e católicas. Justino Mártir ( 100 - 165 d.c.) Não ensinava o dízimo como obrigação cristã e afirmava que o dízimo legalista do Antigo Testamento fora substituído pela generosidade cristã por meio da oferta. Tertuliano ( 160 - 220 d.c.) Não via o dízimo como uma obrigação cristã, pois ele afirmava que não havia imposição para o dízimo e sim as ofertas que serviam para as obras de caridade. Afirmava que a generosidade espontânea substituía o dízimo legalista no Antigo Testamento. Irineu de Lyon (130–202 d.C.) Argumentava que os cristãos estavam livres da Lei Mosaica, incluindo o dízimo e com essa tese defendeu que a nova prática era a caridade e a oferta voluntária, em vez de um percentual fixo. Orígenes (184–253 d.C.) Via o dízimo como uma prática judaica que não se aplicava mais aos cristãos e defendeu a tese que o cristão deveria dar conforme sua consciência e amor pelo próximo João Crisóstomo (347–407 d.C.) Ensinava que os cristãos deveriam ser mais generosos que os judeus, mas não impunha o dízimo como regra fixa.Dessa forma, via o dízimo como um exemplo, mas não como uma obrigação legal. Agostinho ( 354 - 430 d.c.) Defendeu a doutrina da contribuição voluntária, não o dízimo fixo, apesar de relatar que o dízimo podia ser contribuído sem o uso do legalismo, e sim espontaneamente. Dessa forma, Agostinho reconhecia o dízimo como uma prática do Antigo Testamento, mas não o via como obrigação para os cristãos. Martinho Lutero (1483-1546) Embora Lutero não tenha defendido um dízimo obrigatório como no Antigo Testamento, ele reconhecia que a contribuição financeira para a igreja era essencial para a manutenção do clero e das obras sociais, e dessa forma, Lutero via o dízimo como importante mas não como uma obrigação. John Wesley (1703-1791) Fundador do metodismo, Wesley ensinava sobre a importância da contribuição do dízimo para a igreja, embora defendia a tese que a doação deveria ser voluntária e de acordo com a prosperidade de cada um. Como isso, Wesley tinha o dízimo como importante mas não como uma obrigação conforme o dízimo no Antigo Testamento. Charles Finney (1792-1875) Pregador avivalista que defendia que os cristãos deveriam dar para sustentar o ministério e a evangelização. Billy Graham (1918-2018) Graham frequentemente falava sobre o dízimo como uma prática bíblica e um ato de fidelidade a Deus, incentivando os cristãos a doarem regularmente. Kenneth Hagin ( 1917-2003) Defendia o dízimo como uma chave para bênçãos financeiras, baseado na teologia da prosperidade. Oral Roberts (1918–2009) Defensor da teologia da prosperidade, ensinava que o dízimo era uma "semente de fé" que resultava em bênçãos financeiras. Creflo Dollar (1962 – Presente) Defendeu o dízimo por muitos anos, mas recentemente mudou de posição, afirmando que os cristãos devem dar por graça, não por obrigação. Edir Macedo (1945 – Presente) Defende o dízimo como um princípio obrigatório para todos os fiéis, e através dessa prática os fiéis serão recompensados com bênçãos em todos os setores de suas vidas. Hernandes Dias Lopes ( 1959 - Presente Ensina que o dízimo é uma prática anterior à Lei (como no caso de Abraão) e um princípio que continua válido no Novo Testamento. Ele não vê o dízimo como uma obrigação legalista, mas como uma expressão de gratidão e fidelidade a Deus. Costuma enfatizar a generosidade e o coração por trás da contribuição. Augustus Nicodemus Lopes ( 1954 - Presente ) Defende que o dízimo era parte da legislação do Antigo Testamento para Israel, e não uma exigência para a igreja neotestamentária. Em seus ensinos, Augustus diz que os cristãos devem contribuir generosamente e com alegria, mas não sob a obrigação de dar 10%. R. R. Soares ( 1947 - Presente ) Ensina que o dízimo é uma obrigação espiritual, diretamente ligada à fé e à prosperidade. Ele também segue a linha da teologia da prosperidade, associando a fidelidade financeira a recompensas divinas, tanto espirituais quanto materiais. Rick Warren (1954 – Presente) Afirmou que o dízimo é um princípio bíblico e por isso é de extrema importância essa prática nas igrejas dos dias atuais. João Calvino (1509–1564) Argumentava que o dízimo fazia parte do sistema da Lei Mosaica e não era uma obrigação para os cristãos. Ele defendia que a igreja deveria ser sustentada por doações voluntárias. Charles Spurgeon (1834–1892) Ensinava que as ofertas deveriam ser feitas com alegria e não por obrigação e que o dízimo era uma "forma judaica de tributação", não um mandamento para os cristãos. John MacArthur (1939 – Presente) Defende a tese que o dízimo foi abolido na nova aliança, e que os fiéis devem contribuir com generosidade no sentido de promover uma oferta voluntária longe do legalismo. Andreas Köstenberger (1957 – Presente) Argumenta que não há base no Novo Testamento para impor o dízimo. David Croteau (????? - Presente) Promoveu a analise de diferentes interpretações sobre o dízimo e concluiu que o dízimo não é obrigatório para os cristãos. Russell Earl Kelly ( ????? - Presente) Argumenta que o dízimo era parte do sistema legalista de Israel no Antigo Testamento e não se aplica aos cristãos hoje. 3. O DÍZIMO E A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE O dízimo é um dos principais pilares da Teologia da Prosperidade, uma corrente teológica que ensina que Deus deseja que os cristãos sejam prósperos financeiramente e que as bênçãos materiais são uma recompensa pela generosidade do dízimo por parte do fiel dizimista. A Teologia da Prosperidade ensina que dizimar é plantar uma semente que trará colheitas abundantes. Citam Malaquias 3:10, onde Deus promete abrir as "janelas do céu" para aqueles que entregam o dízimo. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal que dela vos advenha a maior abastança.” A Teologia da Prosperidade afirma que aqueles que não dizimam estão "roubando a Deus" (baseado em Malaquias 3:8) e, por isso, não recebem bênçãos financeiras. A teologia da prosperidade está presente nas igrejas neopentecostais dos dias atuais que ensinam a prática do dízimo como uma "chave para desbloquear a prosperidade". A Bíblia nunca ensina que o dízimo deve ser usado para obtenção de riquezas pessoais, pois no Antigo Testamento, o dízimo era destinado ao sustento dos levitas, das festas religiosas e dos pobres (Números 18:21-26, Deuteronômio 14:28-29), e dessa forma, a Teologia da Prosperidade está totalmente equivocada com o verdadeiro significado do dízimo no Antigo Testamento, por transformar o dízimo em uma transação comercial com Deus, ao invés de um ato de generosidade. Em relação ao Novo Testamento, o mesmo ensina que as pessoas devem contribuir voluntariamente, mas não estabelece um percentual fixo de 10% tal como registrado no Antigo Testamento, pois o ensino fundamental é dar com alegria, não por obrigação conforme 2 Coríntios 9:7: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria.” Como isso, a Teologia da Prosperidade impõe o dízimo como uma obrigação legalista, o que vai contra o ensino da graça no Novo Testamento. 4. O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA CONTRIBUIÇÃO O dízimo era usado no Antigo Testamento para sustentar os levitas e sacerdotes (Números 18:21-24), e também no Novo Testamento, Paulo ensina que aqueles que pregam o evangelho devem viver do evangelho (1 Coríntios 9:13-14), embora o Novo Testamento não ordene explicitamente o dízimo, apesar de Jesus mencionar o dízimo em Mateus 23:23 sem condenar essa prática. Muitos argumentam que, mesmo que a lei mosaica não se aplique aos cristãos, o princípio da generosidade e sustento da igreja permanece válido, pois os cristãos devem ser generosos e contribuir para a obra de Deus, seja através do dízimo literal (10%) ou de ofertas voluntárias conforme Deus colocar no coração de cada um. 5. ARGUMENTOS A FAVOR DO DÍZIMO Os defensores do dízimo baseiam seus argumentos em textos bíblicos. No Antigo Testamento os textos de Gênesis 14.18-20 e Malaquias 3.10 são os mais citados pelos defensores: Gênesis 14:18-20 "Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho, ; era sacerdote do Deus Altíssimo; abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo." Malaquias 3:10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós benção sem medida." Além desses textos Bíblicos, argumentam que o dízimo era usado no Antigo Testamento para sustentar os levitas e sacerdotes conforme Números 18:21-24 e Números 18.26-28 afirma que os Levitas teriam que dar o dízimo ao Sumo Sacerdote, pelo seu ministério específico. Relatam que no Novo Testamento, Paulo ensina que aqueles que pregam o evangelho devem viver do evangelho conforme 1 Coríntios 9:13-14 e, embora o Novo Testamento não ordene explicitamente o dízimo, Jesus menciona a prática em Mateus 23:23 sem condená-la, o que dá a entender que o dízimo é uma prática válida para os dias atuais. Os defensores do dízimo argumentam que, mesmo que a lei mosaica não se aplique aos cristãos, o princípio da generosidade e sustento da igreja permanece válido, o que não invalida o dízimo para os dias atuais. 6. ARGUMENTOS CONTRA O DÍZIMO O dízimo tem sido criticado por diversos estudiosos bíblicos que defendem a graça e a liberdade cristã sobre a obrigação legalista. Afirmam que a prática do dízimo era uma exigência específica para a nação de Israel, incluindo alimentos e animais conforme Levítico 27:30-32 Argumentam que em Mateus 23:23, Jesus menciona o dízimo, mas Ele estava falando com fariseus que ainda viviam sob a Lei e isso não faz parte da nova aliança que começou após sua morte e ressurreição. Argumentam que o Novo Testamento enfatiza a generosidade e não um valor fixo de 10%, isto é, o dízimo conforme 2 Coríntios 9:7: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” Não há nenhum versículo no Novo Testamento que ordene um percentual específico de contribuição referente a 10%, e em Atos 4:32-35, os primeiros cristãos compartilhavam tudo em comum e davam conforme a necessidade, sem mencionar um percentual fixo o que dá a entender que os cristãos devem contribuir voluntariamente, conforme sua capacidade e desejo, pois a generosidade é incentivada como um ato de fé e amor e não através de um modelo legalista. 7. DÍZIMO E HERMENÊUTICA: DOIS MODELOS DE INTERPRETAÇÃO O estudo do dízimo (10%) relatado nas Escrituras Sagradas tem como ponto de partida a disciplina da exegese e hermenêutica que envolve uma análise detalhada das Escrituras, levando em consideração o contexto histórico, literário e teológico. Partindo do argumento a favor do dízimo e promovendo a refutação contra o dízimo, ganharei tempo em apresentar os pontos fortes e fracos de ambos os lados em apenas uma explicação e não duas. Dessa forma, irei usar o modelo de ensino argumento-refutação na qual o argumento sempre irá apontar a favor do dízimo e a refutação contra o dízimo. O leitor pode inverter o modelo de ensino se assim desejar ao colocar o argumento contra o dízimo em primeira leitura e a refutação a favor do dízimo na sequência. * Gênesis 14.18-20. O Dízimo é um princípio antes da Lei Mosaica, pois em Gênesis 14:18-20, Abraão deu o dízimo de tudo a Melquisedeque. Como esse episódio ocorreu antes da Lei, significa que o dízimo é um princípio eterno, não apenas uma exigência mosaica. Os estudiosos que não concordam com esse posicionamento afirmam que o texto de Gênesis 14.18-20 não indica que Abraão deu o dízimo como uma prática contínua, e sim que Ele o fez uma única vez, e não há mandamento divino nesse contexto. * Gênesis 28:20-22. A prática do dízimo já existia antes da Lei, pois Abrãao deu o dízimo a Melquisedeque e Jacó promete dar o dízimo a Deus, mostrando que é um princípio voluntário que honra a Deus. Porém, os estudiosos que não concordam com essa forma de entender o texto de Gênesis 28.20-22, afirmam que a promessa de Jacó era condicional, isto é, ele só daria o dízimo se Deus o abençoasse primeiro, o que não indica uma obrigação universal. * Levítico 27:30-32. O dízimo da terra, seja dos cereais do campo, seja do fruto das árvores, é declarado como santo e pertencente a Deus e o mesmo através do contexto histórico do povo de Israel durante a Lei de Moisés é um princípio Divino, um mandamento de Deus para o povo Judeu seguir e obedecer e dessa forma, o dízimo é válido para os dias atuais. Para os estudiosos que são contra essa interpretação, afirmam que o dízimo no contexto da Lei era parte do sistema agrícola de Israel e incluía comida, não dinheiro. Portanto, o dinheiro ou moeda da época não faz parte desse contexto de Levítico 27.30-32. * Números 18:21-24. O dízimo é destinado aos levitas, que não tinham herança na terra, e como os levitas viviam do dízimo, os ministros da igreja hoje também devem ser sustentados dessa forma. Os que não concordam com essa interpretação no sentido de afirmar que Levítico 18.21-24 não serve como modelo para os dias atuais relatam que o sacerdócio levítico foi substituído por Cristo (Hebreus 7), e o Novo Testamento ensina que os líderes devem ser sustentados por ofertas voluntárias conforme registrado em 1 Coríntios 9:14 e não por dízimo. * Malaquias 3:10. Em Malaquias 3.10 é relatado que os Judeus tinham a obrigação de trazer todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na casa do Senhor, e através desse ato, Deus promete bênçãos para quem dá o dízimo, sugerindo que essa prática continua válida. Porém, o contexto em Malaquias 3.10 se refere ao Templo de Jerusalém e à aliança mosaica e, dessa forma os cristãos da nova aliança não estão sob essa aliança Judaica. * Mateus 23.23. Em Mateus 23:23 lemos: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé..." Nessa passagem bíblica Jesus não condena o dízimo, mas sim a hipocrisia dos fariseus. Isso sugere que o dízimo ainda é válido porém, os que são contra essa interpretação afirmam que Jesus estava falando a judeus sob a Lei, e em momento algum no seu ministério Ele ensinou a obrigação do dízimo aos seus discípulos como um mandamento para a igreja. * Hebreus 7.8. Em Hebreus 7:8 lemos: "Aqui, homens que morrem recebem dízimos, mas ali, aquele de quem se testifica que vive os recebe." Nesse versículo é relatado que Melquisedeque recebeu dízimos, e Cristo é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, sugerindo que os cristãos devem continuar dando o dízimo. Os estudiosos que não concordam com essa interpretação afirmam que o versículo menciona Melquisedeque para mostrar a superioridade de Cristo, não para estabelecer o dízimo cristão. A exegese e a hermenêutica a favor do dízimo argumenta que ele é um princípio universal, estabelecido antes da Lei, confirmado por Jesus e necessário para o sustento da igreja. Já a exegese e a hermenêutica contra o dízimo defende que ele era uma exigência da Lei de Moisés e que o Novo Testamento ensina contribuições voluntárias e proporcionais, sem percentual fixo. A interpretação depende da abordagem teológica: igrejas que enfatizam continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento tendem a defender o dízimo, enquanto aquelas que enfatizam a liberdade cristã tendem a rejeitá-lo como mandamento obrigatório. BIBLIOGRAFIA 1. Hernandes Dias Lopes / Arival Dias Casimiro. Dízimos e ofertas são para hoje ? 2. D. A. Carson (editor). Comentário Bíblico Vida Nova. 3. Russell Earl Kelly. A igreja deveria ensinar o dízimo ? 4. Túlio Cesar Costa Leite. O Dízimo. (monergismo) 5. Russell Norman Chanplin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Volume 2. 6. F. F. Bruce (editor). Comentário Bíblico NVI Antigo e Novo Testamentos. 7. Isaac Malheiros. O dízimo no período anteniceno (100 - 325 d.c). Revista eletrônica espaço teológico (Reveleteo). vol.10, n.18. 8. Solano Portela. Determinações Bíblicas para dízimos e ofertas alçadas. (solanoportela net). 9. Wayne Grudem. Teologia Sistemática. 10. Walter A. Elwell (editor). Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Volume 1. 11. J. D. Douglas (editor). O Novo Dicionário da Bíblia. 12. Charles F. Pfeiffer (editor). Comentário Bíblico Moody. Gênesis à Malaquias. Volume 1. 13. Railson Félix Santos / Daiane Martins Batista. Dízimo e a Nova Aliança. ( revista tópicos). 14. Messias Benedito da Silva. O Dízimo na Nova Aliança. ( Unicesumar). _________________________________ 1. Vídeos no YouTube de Hernandes Dias Lopes, Augustus Nicodemus Lopes, Edir Macedo e R. R. Soares. 2. Informações básicas retiradas de pesquisas no Google. ############################## Apêndice: Legalismo ou Graça ? ***** Hernandes Dias Lopes ***** É favorável ao dízimo como princípio bíblico, pois ensina que o dízimo é uma prática anterior à Lei como no caso de Abraão e um princípio que continua válido no Novo Testamento. Ele não vê o dízimo como uma obrigação legalista, mas como uma expressão de gratidão e fidelidade a Deus. Costuma enfatizar a generosidade e o coração por trás da contribuição. Portanto, o seu princípio teológico é que o Dízimo é uma graça de Deus e que devemos contribuir com coração aberto a esse princípio Divino tal como Abraão fez com Melquisedeque. ______________________________________ ***** Augustus Nicodemus Lopes ***** Crítico do dízimo como mandamento obrigatório para cristãos, pois defende que o dízimo era parte da legislação do Antigo Testamento para Israel, e não uma exigência para a igreja neotestamentária. Em seus ensinos, ele diz que os cristãos devem contribuir generosamente e com alegria, mas não sob a obrigação de dar 10%. Ele apoia a doação voluntária e proporcional, e a porcentagem pode ser um valor acima ou abaixo de 10%, desde que seja contribuído com alegria e amor e não como um modelo legalista. ______________________________________ Minha opinião particular: Se levarmos em consideração que o Dízimo já estava em vigor antes da Lei, então Abraão e Jacó fizeram o dízimo pela graça e não pelo Legalismo, pois o legalismo surgiu após os patriarcas através de Moisés. Se entendermos que Abraão e Jacó fizeram o dízimo, mas não era comum esse ato durante o período dos patriarcas, então não podemos afirmar que é pela graça, pois o legalismo só foi existir depois desse evento, e a graça só é possível desde que o legalismo já estivesse em vigor, o que não é o caso de Abraão e Jacó. Se entendermos que o Dízimo é uma ordenança Divina para o povo de Israel e que no Novo Testamento estamos no período da graça, então o Dízimo é inválido para a era da Igreja, pois Jesus e os Apóstolos não tiveram nenhuma conduta a favor dos cristãos serem Dizimistas conforme era no período do Antigo Testamento. O legalismo do Dízimo pode ser interpretado como um modelo ideal em um contexto do Antigo Testamento, mas esse mesmo legalismo se torna inválido no período dos patriarcas e no período do Novo Testamentos. A graça do Dízimo pode ser algo válido apenas no período antes do legalismo, tal como o Dízimo efetuado por Abraão e Jacó, pois nesse período não existia o legalismo do Dízimo com suas regras durante o período de Moisés. A graça que envolve a questão do dízimo, pode ter como exemplo o Dízimo realizado por Abraão e Jacó antes da Lei. Isso não significa afirmar que essa graça é a mesma do período do Novo Testamento, pois ambas as graças, isso é, o patriarcal e o do Novo Testamento ocorreram em fases diferentes, pois a primeira foi antes da Lei e a segunda após a Lei. Em que sentido Hernandes Dias Lopes e Augustus Nicodemos Lopes relacionam suas interpretações em relação a Dízimo ? Para responder essa questão, temos que definir o que é "Legalismo" e "Graça" no contexto do Dízimo. O Legalismo no contexto do dízimo é a ideia de que o cristão é obrigado a dar o dízimo (10% da renda) como uma lei rígida, sob pena de estar em pecado ou de ser amaldiçoado caso não o faça. Essa visão trata o dízimo como um mandamento que deve ser obedecido literalmente e sob ameaça de punição. Em relação a Graça no contexto do dízimo, a mesma se refere à compreensão de que o cristão vive sob a nova aliança em Cristo, e portanto não está mais sujeito à obrigatoriedade do dízimo como uma lei. Em vez disso, a contribuição financeira deve ser feita livremente, com generosidade e alegria, segundo o que cada um propôs no coração,. Essa Graça tira o peso da obrigação legalista. Creio que Hernandes Dias Lopes se refere ao Dízimo em um contexto não legalista, e sim o Dízimo no contexto da Graça conforme Abraão e Jacó. Em relação a Augustus Nicodemos Lopes, o legalismo está evidente em seu contexto do Dízimo, e provavelmente ele defende a contribuição sem a obrigatoriedade do Dízimo. Não tem como defender os dois, pois se um está certo o outro está errado. Essa é a minha opinião sobre esse assunto. Creio que cada um de vocês que eventualmente forem ler esse artigo vão refletir e tentar compreender o verdadeiro significado do contexto do Dízimo relatado nas Escrituras Sagradas. ################# Luciano Nobre Frasson Formação em Teologia curso livre Especialização em Pregação Mestrado em Divindade Autor de 5 livros de Teolog Conheça nosso Canal Conteúdo teológico #27 Comentários Postagens mais visitadas deste blog DAVI ERA FILHO BASTARDO DE JESSÉ? março 26, 2025 Imagem DAVI ERA FILHO BASTARDO DE JESSÉ? Exegese acadêmica do Salmo 51.5 Por: Rev. Deivinson Bignon, ThM1 INTRODUÇÃO “Eu nasci em iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51.5, NAA). Tenho acompanhado com interesse a mais nova série veiculada pela Amazon em 2025, intitulada “Casa de David” (“House of David”). Nela, a premissa principal é que Davi foi filho bastardo de Jessé e que, por isso, foi alvo dos preconceitos típico
FABRÍCIO BARRETO GONÇALVES
terça-feira, 29 de abril de 2025
Introdução Em muitos lugares a adoração tem sido dividida e como cristãos monoteístas que somos, não admitimos a crença e cultos a outros deuses. Porém um fenômeno tem invadido igrejas e uma nova religião tem surgido, que tem suplantado a adoração ao único e verdadeiro Deus. Será que é possível que em nossos púlpitos (e palcos), altares têm sido erguidos, mas que não são para Deus? Quem ocupa o centro de nossas canções e sermões? Adoração a Deus O conceito de adoração sempre é associado à honra, louvor, glória e serviço prestado à alguma divindade, ou seja, num contexto pagão os fiéis prestavam seus cultos à alguma divindade nacional ou local. Por exemplo: os cananeus adoravam Baal, os egípcios cultuavam Amon-Rá, os assírios veneravam Rimon. O culto variava conforme a cultura e os costumes, mas existia algo em comum: objetos que eram alvos de adoração, deus ou deuses. No contexto veterotestamentário o povo que pertencia a Deus, também deveria prestar seus cultos de adoração. Isso se dava de diversas formas, sacrifícios, músicas, orações, festas, salmos. O único alvo da adoração era o próprio Deus. Diversas são as passagens em que Ele exige para si toda a adoração e chega ao ponto de proibir a fabricação de imagens, para que seus adoradores não dividissem seus corações e mentes com outros deuses. A relação entre o povo com outras divindades era chamada de Idolatria, pecado que era exemplificado como Adultério ou Prostituição espiritual, uma vez que o povo de Israel, tida como esposa, abandonava seu relacionamento legítimo com o seu “marido” e se prostituía com outras divindades, como vemos no texto de Jeremias 3:6-10: “Disse mais o Senhor nos dias do rei Josias: Viste o que fez a rebelde Israel? Ela foi a todo o monte alto, e debaixo de toda a árvore verde, e ali andou prostituindo-se. E eu disse: Depois que fizer tudo isto, voltará para mim; mas não voltou; e viu isto a sua aleivosa irmã Judá. E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu. E sucedeu que pela fama da sua prostituição, contaminou a terra; porque adulterou com a pedra e com a madeira. E, contudo, apesar de tudo isso a sua aleivosa irmã Judá não voltou para mim de todo o seu coração, mas falsamente, diz o Senhor.” Também podemos ver essa relação exemplificada no casamento entre o profeta Oseias e Gômer, em que o profeta representa a figura de Deus, como marido amoroso e fiel, dando nome e dignidade para uma esposa prostitua e infiel, que figurava a nação de Israel, que vez após vez saía de debaixo do cuidado de Deus e se punha sobre a falsa tutela de seus amantes (outros deuses) Os 2 primeiros mandamentos do Decálogo, pontua muito bem o caráter exclusivista que o povo hebreu, recém saído do Egito deveriam ter, em relação à adoração a Deus: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura” (Êx 20:3:4a). Uma nova religião: adoração ao homem Mesmo com tantas advertências temos enfrentado uma crise no centro de nossa adoração. Muitas de nossas igrejas não seguem o mandamento de exclusividade divina, ou seja, têm deixado de adorar ao Deus verdadeiro e prestam cultos a outras divindades. Muitos dirão que essa afirmação é um exagero, que não adoramos imagens de esculturas, nem deuses estranhos. No entanto vemos uma idolatria com nova roupagem: o Antropocentrismo. Essa palavra vem de duas raízes gregas: Antropos = homem + kentron = centro. Classifico essa palavra como a definição de uma nova religião, pois, no culto bíblico, Deus é adorado e Ele é o centro de tudo, já nessa releitura idolátrica o alvo da adoração é o homem. O homem aqui, obviamente, faz menção ao gênero humano e não ao gênero masculino. Os sermões têm em vista o bem estar humano, afagos no ego, triunfalismo do mais barato. No conteúdo dessas mensagens estão teologias ruins e fracas que distorcem o Evangelho, enaltecem o homem e lhe dá um poder absoluto sobre praticamente tudo, até em Deus. O homem determina, decreta, ordena, manda nos céus e na terra. Nessa religião ainda, tudo é feito para o homem, não somente os sermões, mas também as músicas, a agenda, as programações, as mídias sociais, tudo visando o agrado do seu “deus”. O homem está no centro, recebendo honra, glória e louvor. Isso que vemos, é um problema que Paulo já antevia e preparando seu filho na fé, adverte: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos”. 2ª Tm 3:1-2 Profetas, cantores, apóstolos, bispos, líderes, membros comuns e os de alta posição, são aclamados, venerados, custeados, bancados e idolatrados. O homem está no centro. Parafraseando a frase de Atanásio de Alexandria, afirmo: “Enquanto Deus se fez homem, os homens se fazem deuses”. Nessa perspectiva distorcida, quando o homem não adora outro homem, adora a si mesmo e ao seu próprio ventre (Fp 3:19). O ego é inflado e domina suas ações. Exemplos bíblicos Apesar de ser denominada “nova religião”, a tentativa de se adorar ao homem é antiga e encontramos dois exemplos na Bíblia. No Antigo Testamento, temos o exemplo de Nabucodonosor, que de tão grande que era, se envaideceu e recebeu a sentença divina: comer capim (Dn 4:1-37). Depois de ter sido tirado do trono e retornado ao poder, o rei da grande Babilônia, entendeu que a glória pertencia somente a Deus: “Ao fim daquele período, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e percebi que o meu entendimento tinha voltado. Então louvei o Altíssimo; honrei e glorifiquei aquele que vive para sempre. O seu domínio é um domínio eterno; o seu reino dura de geração em geração.” Dn 4:34 No Novo Testamento, temos outro caso, o de Herodes que, ao receber glória, não atribuiu a Deus a honra que estava recebendo e por tentar usurpar a adoração, que deveria ser dada a Deus, morreu comido por vermes: “E num dia designado, vestindo Herodes as vestes reais, estava assentado no tribunal e lhes fez um discurso. E o povo exclamava: Voz de Deus, e não de homem. E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus e, comido de bichos, expirou.” (At 12:21-23) Conclusão Se em um culto, numa igreja, num sermão, numa música ou na vida de alguém, outro deus estiver sendo adorado, o Senhor não fará disputa por território, por isso que em muitos lugares a presença de Deus já não reina mais e não é mais sentida, Ele não é adorado, honrado, louvado e nem glorificado. Ou Ele está no centro ou homem está e onde o homem (ou outros deuses) tem a primazia, Jesus deixa de ser prioridade. Ele mesmo afirmou que é impossível adorar a dois senhores ao mesmo tempo: "Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro". Mt 6:24 Portanto, que restauremos a verdade na adoração dos nossos cultos. Que os sermões sejam bíblicos e estruturados afim de magnificar a Deus, falar sobre o Evangelho de Jesus e sua obra na cruz. Que as composições exaltem os atributos divinos, e sejam direcionadas ao coração de Deus e não ao ego humano. Que a gloria seja dada Deus e não ao homem: “Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!” Salmos 115:1 Deus não divide Sua glória com ninguém (Is 42:8), se Ele não ocupar o primeiro lugar, não ocupará o segundo. Ele espera que os seus fiéis dediquem sua adoração e serviço, única e exclusivamente a Ele: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.” 1ª Co 10:31 - Pr Michael Oliveira Sobre o autor: Michael Tiago Leandro de Oliveira Preto é servo de Jesus, pastor auxiliar, casado com Edivania Lela Ferreira de Oliveira Preto há 12 anos e pai da Laura. Teólogo, formado no Curso Avançado de Teologia (antigo Bacharel em Teologia) pelo Instituo Bíblico de Campinas (IBICAMP), professor de Teologia, lecionando no seminário onde se formou e em núcleos teológicos, atualmente está cursando Especialização em Teologia pelo MIDE (Ministério de Discipulado por Extensão). Canal dos Bereanos Conteúdo teológico #08 Comentários Adilson Vaz16 de março de 2025 às 15:45 Muito bom Responder FABRICIO BARRETO GONÇALVES18 de março de 2025 às 06:56 Parabéns meu irmão Deus abençoe abraço do professor Fabrício Barreto Gonçalves ResponderExcluir
FUNDAMENTO DA ÉTICA: ABSOLUTO OU RELATIVO? Vitor Rodrigo Couto Silva RESUMO Este trabalho tem como objetivo demonstrar as visões éticas concernente o seu fundamento, ou seja, o que faz com que uma ação seja certa ou errada. Não tenho como objetivo defender uma tese, antes estimular no leitor se aprofundar por si mesmo nesta questão, estudando cada uma das escolas éticas apresentadas, bem como seus proponentes. Acredito que sem ter um posicionamento consciente e coerente sobre o fundamento da ética não será possível ter uma vida coerente com a realidade que nos cerca. Como disse Sócrates “uma vida não examinada não vale a pena ser vivida”. ABSTRACT This paper aims to demonstrate the ethical visions concerning its foundation, that is, what causes an action to be right or wrong. I do not aim to defend a thesis, but to stimulate the reader to delve deeper into this question by studying each of the ethical schools presented, as well as their proponents. I believe that without having a conscious and coherent positioning on the foundation of ethics it will not be possible to have a life consistent with the reality that surrounds us. As Socrates said, "an unexamined life is not worth living". PALAVRAS-CHAVE: Fundamento da ética; absolutismo ético. INTRODUÇÃO Uma das grandes questões da filosofia desde os gregos, mais especificamente Platão, é acerca da ética. Aristóteles coloca a ética no campo das ciências práticas e desenvolve uma obra muito importante para a filosofia chamada “Ética à Nicômaco”. Várias escolas filosóficas se debruçaram sobre essa área do saber (epicurismo, estoicismo, cristianismo, utilitarismo, niilismo, entre outros). Existem várias questões dentro do campo da ética (bioética, ética política, ética sexual, ética descritiva, normativa e aplicada, etc). Todavia, essas questões acima dependem de uma outra área da ética chamada “metaética”. Meta” traduzida do grego significa “além”, “transcendência”. Quando se fala de metafísica, está discutindo o que está além da física, da mesma forma metaética é a discursão do que está além da ética, ou seja, o fundamento da ética. O fundamento da ética discute questões como, a ética é absoluta ou relativa? A ética é uma norma vinda de Deus ou é um construto social ou ainda uma outra coisa? Existe de fato uma ética? Todas as civilizações têm uma ética idêntica ou elas se divergem? Se são idênticas como justificar tal coincidência? Se são divergentes, a ética é relativa a cada povo? Essas e outras questões semelhantes serão discutidas nesse artigo. O FUNDAMENTO DA ÉTICA De acordo com Norman L. Geisler existem seis escolas éticas que procuram responder a pergunta “há leis éticas objetivas?”. Sobre isso Craig disse “afirmar que existem valores morais objetivos significa dizer que algo é bom ou mau independentemente do que as pessoas pensem a seu respeito”. O que Craig quer dizer é que valores morais objetivos existem e eles não foram criados pelos homens. Norman L. Geisler em seu livro “Ética Cristã: opções e questões contemporâneas” resume o pensamento dessas escolas da seguinte forma: o antinominismo diz que não há leis morais; o situacionismo afirma que existe uma lei absoluta; o generalismo reivindica que existem algumas leis gerais, mas não existem leis absolutas; o absolutismo não qualificado acredita em muitas leis absolutas que nunca são conflitantes; o absolutismo conflitante defende a ideia de que há muitas normas absolutas que algumas vezes são conflitantes, o que nos obriga a escolher o menor de dois males, o absolutismo graduado diz que muitas leis absolutas são conflitantes, e nós somos responsáveis por obedecer àquela que for mais elevada Discorreremos brevemente sobre cada uma dessas escolas, porém a perspectiva generalista se resume no pensamento utilitarista que será analisada na perspectiva antinominista. Os três tipos de absolutismo (não qualificado, conflitante e graduado) serão analisados juntos, já que o foco desse artigo não é sobre as particularidades do absolutismo, mas somente demostrar qual o fundamento do absolutismo. ANTINOMINISMO Comecemos então pelo antinominismo. A palavra “antinominismo” significa literalmente “anti lei” ou “contra a lei”. Nesse sentido não existe nenhuma lei absoluta, não há um padrão de ética universal. A raiz desse pensamento remete-se a Heráclito quando disse “nenhum homem banha-se duas vezes no mesmo rio, pois a cada vez que ele se banhar encontrará outras águas”. Epicuro defendia que bom é aquilo que traz prazer e mau aquilo que traz dor. Os céticos antigos, como Sexto Empírico, defendiam que em todas as questões existem dois lados que podem ser defendidos, nunca chegando a uma conclusão, o que levaria a ausência de uma ética absoluta. Na Idade Média encontramos o intencionalismo e o voluntarianismo . O primeiro foi defendido por Pedro Abelardo. Ele defendia a ideia de que um ato é bom se feito com boa intenção e mau se feito com mau intenção. O padrão ético estaria no sujeito - o que varia de indivíduo para indivíduo - e não fora dele, em sua ação em si. O segundo foi defendido por Guilherme de Ockham. Este defendeu a ideia de que bom e mau são dependentes da vontade de Deus. Nesse sentido a ética é relativa a vontade de Deus que poderia e pode, por exemplo, determinar a tortura como boa. No mundo moderno encontramos escolas como o utilitarismo. Uma ação ética para os utilitaristas é aquela que traz a maior quantidade de prazer e a menor quantidade de dor (Jeremy Bentham). John Stuart Mill, outro proponente do utilitarismo, qualificou alguns prazeres, dando-lhes mais importância do que outros. Ele chegou a dizer que é melhor ser um homem infeliz do que um porco feliz. Sorem Kierkegaard é o pai do existencialismo. Ele defendia que nosso dever em obediência a Deus ultrapassa nosso dever moral. Kierkegaard exemplificou seu pensamento tendo como base a história de Abraão da Bíblia que, ao mando de Deus, foi sacrificar seu filho inocente Isaac, o que seria um assassinato. A essa atitude de Abraão, Kierkegaard chama de “salto da fé” que vai além da moral humana. Jean-Paul-Sartre aproximou o existencialismo do antinominismo argumentando que não existe nenhum ato ético no mundo real. Em seu livro “O ser e o nada” ele disse “pouco importa se alguém se embriaga sozinho ou é líder de muitas nações, é tudo a mesma coisa”. Talvez um dos pensamentos que mais tem influenciado as pessoas seja o “evolucionismo” de Charles Darwin. Mas quem elaborou uma ética evolucionista foram T.H. Huxley e Julian Huxley. Eles defenderam que bom é tudo o que ajuda no processo evolucionário e mal é tudo o que atrapalha esse processo. Alguns anos depois Adolf Hitler, em seu livro Mein Kampf (Minha luta) defendeu essa teoria evolucionista ocasionando o Nazismo. Na era contemporânea o antinominismo vem revestido do emotivismo, do niilismo e do situacionismo. O emotivismo defendido por A. J. Ayer argumenta que não existe certo e errado no campo da ética. Quando se diz que é errado assassinar, nada mais significa que “não gostamos do ato de assassinar”. Portanto as afirmações éticas dependem de nossas emoções e não de qualquer outra coisa. Friedrich Nietzsche - defensor do niilismo (redução ao nada, aniquilacionismo) - em sua famosa frase “Deus está morto, e nós o matamos” em seu livro “Assim falou Zaratustra” sustenta o pensamento de que, já que Deus não existe, não pode existir nenhum padrão de certo e errado. Por fim, a última escola antinominista é o situacionismo. Joseph Fletcher, defensor do situacionismo, diz acreditar em uma ética absoluta, mas isso é discutível, pois o próprio nome de sua escola ética é “situacionismo. Essa escola é uma nova vertente do utilitarismo, ou seja, certo e errado dependem de seus resultados. O próprio Fletcher chegou a dizer que devemos evitar expressões como “nunca” e “sempre”. Vejamos abaixo um pouco mais do situacionismo. SITUACIONISMO Como foi falado acima a escola situacionista é uma vertente do utilitarismo, mas difere da mesma, pois defende como princípio o amor como a base da ética. Nesse sentido a lei é suprimido pelo amor. Joseph Fletcher um dos mais importantes proponentes do situacionismo disse “Somente o mandamento de amar é definitivamente bom”. Ele ainda disse “todas as outras coisas, sem exceção, todas as leis, todas as regras, todos os princípios, todos os ideais e todas as normas são apenas contingentes; são válidos somente se estiverem a serviço do amor em qualquer situação”. Quatro escolas estão enquadradas dentro do situacionismo, são elas: pragmatismo, relativismo, positivismo e personalismo. Para o pragmatismo bom é semelhante ao bom do utilitarismo, ou seja, bom é aquilo que funciona, que dá certo. O relativismo entende que tudo é relativo desde que esteja fundamentada no amor. Já para os positivistas não existem valores na natureza, antes esses valores são escolhas das pessoas que devem agir em prol do amor. Por fim, a visão personalista é semelhante ao positivismo. Acreditam que não há nada que seja inerentemente bom à não ser o ser humano. Nesse sentido os seres humanos podem usar todas as coisas para seu bem. Geisler resumiu muito bem o pensamento situacionista: O situacionismo é uma ética com estratégia pragmática, tática relativista, atitude positivista e centro de valor personalista. É uma ética com um único absoluto, sob o qual tudo se torna relativo e se direciona para o fim pragmático de fazer o bem às pessoas. Todas as escolas éticas acima defendem o relativismo ético, seja relativo ao amor, à utilizade ou a qualquer outra coisa. A partir de agora iremos abordar o absolutismo ético ABSOLUTISMO O absolutismo ético é a escola que defende princípios éticos absolutos, ou seja, há regras morais universais que não dependem da pessoa, do local, período ou situação. Uma ação praticada por um mendigo hoje deve ter os mesmos princípios de uma ação feita por um rei na antiguidade. As obrigações de ambos, no que diz respeito aos princípios, são as mesmas. Entre os principais defensores desse pensamento estão: toda a tradição cristã (Agostinho de Hipona, Martinho Lutero, Willian Lane Criag, etc), Emmanuel Kant. O pensamento kantiano atribui o fundamento da ética não em Deus, pois não sabemos se Ele existe ou não, mas no valor da vida humano fundamentado na razão. Falando sobre a ética kantiana Marcondes disse que “O pressuposto fundamental da ética kantiana é assim a autonomia da razão”. A ética kantiana também é conhecida como “Imperativo Categórico”. Esse conceito diz que os valores e deveres morais são válidos incondicionalmente. A célebre frase que exemplifica o pensamento de Kant “age somente de acordo com aquela máxima pela qual possas ao mesmo tempo querer que ela se torne uma lei universal” corrobora com a lei áurea da ética aceita pela maioria das pessoas “não faças aos outros o que não queres que façam a ti”. A tradição cristã fundamenta seu ponto de vista na existência de Deus que é o juiz que irá julgar as pessoas pelas suas obras “Isso tudo se verá no dia em que Deus julgar os segredos dos homens, mediante Jesus Cristo, conforme o declara o meu evangelho .”. Para Agostinho de Hipona 9a existência de valores morais objetivos está fundamentado em Deus “investiguei o que era a iniquidade, e não encontrei uma substância, mas a perversão da vontade que se desvia da suprema substância -- de ti, Deus”. Deus é o bem supremo e ser sua imagem e semelhança é ser bom. O filosofo Craig10 em seu livro “Em Guarda: defendendo a fé cristã com razão e precisão” no capítulo 6 faz uma pergunta fundamental para nossa discursão “Podemos ser bons sem Deus? Ao fazer essa pergunta estamos propondo uma pergunta sobre a natureza dos valores morais”. Um pouco a diante Craig faz um silogismo categórico para provar que Deus existe, mas prestemos atenção na primeira e na segunda premissa desse silogismo: 1. Se Deus não existe, também não existem valores morais objetivos nem deveres. 2. Valores morais objetivos e obrigações existem. 3. Logo, Deus existe. O que Craig está dizendo é que a ética é objetiva e as pessoas devem agir conforme essa ética. A frase "SE DEUS não existe e a alma é mortal, tudo é permitido" dos irmãos Irmãos Karamazov em Fiódor Dostoiévski demostra muito bem a argumentação utilizada pelos cristãos. A frase acima indica que não podemos reivindicar certo ou errado sem antes aceitar a premissa de que Deus existe. Deus é, portanto, o fundamento da ética sem o qual a própria ética não existiria. CONCLUSÃO Após a análise dessas escolas éticas com seus pensamentos concernente ao fundamento da ética podemos ver que o assunto é muito mais abrangente do que nos parecia antes da leitura desse artigo. Cabe a cada um de nós nos aprofundarmos ainda mais nessa questão do fundamento da ética, 9 AGOSTINHO, Santo. Confissões. São Paulo: Penguim Classics Companhia das Letras, 2017, p. 185. 10 CRAIG, Willian Lane. Em Guarda: defenda a fé cristã com razão e precisão. São Paulo: Vida Nova, 2011, p. 139. O pastor Vitor Rodrigo Couto Silva congrega na ADSA Brasil. É casado com Tamiris Couto e pai do Johnny Couto. Formado em Bacharel em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Licenciado em História pelo Centro Universitário Claretiano e Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu. Atualmente está Mestrando em Teologia em Divindade pela Faculdade Internacional em Teologia Reformada (FITRef) e cursando Pós-graduação em Bíblia pela faculdade luterana (Est). É professor de teologia e de história. pois a ética é uma disciplina prática, totalmente conectada ao nosso dia-a-dia. René Descartes afirmava que o ser humano é um ser pensante, mas mais do que isso, o ser humano é um ser ético. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Nos últimos tempos, muitas igrejas têm se adaptado a estratégias modernas para atrair pessoas, utilizando métodos que priorizam o entretenimento e a satisfação pessoal em detrimento da verdade bíblica. Esse fenômeno, muitas vezes chamado de pragmatismo religioso, tem gerado uma preocupação legítima entre cristãos que valorizam a pureza do Evangelho e a centralidade das Escrituras. O que é Pragmatismo Religioso? Pragmatismo, de forma simples, é a ideia de que o valor de algo é determinado pelo seu resultado prático. No contexto religioso, isso se traduz em medir o sucesso de uma igreja pelo número de frequentadores, pelas emoções despertadas no culto ou pelos resultados visíveis, como crescimento numérico e popularidade. Assim, a verdade passa a ser secundária, e a eficácia se torna o critério principal. Esse pensamento resume em uma frase "Não importa se é certo,o importante é que da certo." Esse pensamento pode parecer inofensivo, mas quando aplicado à fé, ele distorce o propósito do Evangelho. A Palavra de Deus não deve ser ajustada para agradar ao público, mas deve ser pregada com fidelidade, independentemente da resposta humana. Os Perigos do Modismo nas Igrejas O pragmatismo muitas vezes anda de mãos dadas com os modismos e tendências passageiras. O desejo de "atualizar" a mensagem para torná-la mais atrativa pode levar a práticas que, embora populares, desviam o foco do verdadeiro propósito do culto: a adoração a Deus e a edificação do Corpo de Cristo. Vejamos alguns perigos desses modismos: 1. Superficialidade Espiritual: Muitas igrejas passam a focar em eventos, shows e discursos motivacionais, deixando de lado o ensino profundo das Escrituras. Isso cria cristãos que conhecem pouco da Palavra e são facilmente levados por qualquer vento de doutrina (Efésios 4:14). 2. Centralidade no Homem: Em vez de Deus ser o centro do culto, o homem passa a ocupar esse lugar. O foco se desloca para experiências pessoais, sentimentos e conquistas, criando uma fé frágil, que depende de circunstâncias favoráveis para se manter. 3. Perda da Reverência: A busca por inovação muitas vezes desvaloriza a santidade e a reverência que devem marcar a adoração a Deus. A igreja se torna um lugar de entretenimento, e não um local de encontro com o Sagrado. 4. Relativização da Verdade: No desejo de não ofender e atrair mais pessoas, a pregação do arrependimento e da cruz é suavizada ou até mesmo omitida. O Evangelho puro é substituído por mensagens de autoajuda e prosperidade, que não confrontam o pecado nem chamam à transformação. O Caminho de Volta A solução para esses desafios é simples, mas exige coragem: um retorno à centralidade das Escrituras. Paulo exortou Timóteo a pregar a Palavra, "quer seja oportuno, quer não" (2 Timóteo 4:2), e esse deve ser o compromisso de toda igreja que deseja honrar a Deus. Os crentes devem buscar igrejas que ensinem a Palavra com fidelidade, que valorizem a oração, a comunhão e a santidade. A adoração genuína não precisa de artifícios — ela brota de corações transformados pelo poder do Evangelho. Conclusão O pragmatismo religioso e os modismos modernos podem até trazer resultados imediatos, mas são construções frágeis, que não sustentam a fé diante das adversidades. A igreja não foi chamada para ser popular, mas para ser fiel. Que possamos voltar nossos olhos para Cristo, firmando nossos pés na Rocha inabalável que é a Palavra de Deus. Que a nossa busca não seja por relevância ou aceitação, mas por uma vida que glorifica a Deus em espírito e em verdade. Soli Deo Gloria! Israel Junior (Igreja Presbiteriana do Sul JD licinia ) Conheça nosso Canal Conteúdo teológico #28 Comentários Postagens mais visitadas deste blog
O Perigo do Pragmatismo Religioso e o Modismo nas Igrejas Modernas abril 27, 2025 O Perigo do Pragmatismo Religioso e o Modismo nas Igrejas Modernas Nos últimos tempos, muitas igrejas têm se adaptado a estratégias modernas para atrair pessoas, utilizando métodos que priorizam o entretenimento e a satisfação pessoal em detrimento da verdade bíblica. Esse fenômeno, muitas vezes chamado de pragmatismo religioso, tem gerado uma preocupação legítima entre cristãos que valorizam a pureza do Evangelho e a centralidade das Escrituras. O que é Pragmatismo Religioso? Pragmatismo, de forma simples, é a ideia de que o valor de algo é determinado pelo seu resultado prático. No contexto religioso, isso se traduz em medir o sucesso de uma igreja pelo número de frequentadores, pelas emoções despertadas no culto ou pelos resultados visíveis, como crescimento numérico e popularidade. Assim, a verdade passa a ser secundária, e a eficácia se torna o critério principal. Esse pensamento resume em uma frase "Não importa se é certo,o importante é que da certo." Esse pensamento pode parecer inofensivo, mas quando aplicado à fé, ele distorce o propósito do Evangelho. A Palavra de Deus não deve ser ajustada para agradar ao público, mas deve ser pregada com fidelidade, independentemente da resposta humana. Os Perigos do Modismo nas Igrejas O pragmatismo muitas vezes anda de mãos dadas com os modismos e tendências passageiras. O desejo de "atualizar" a mensagem para torná-la mais atrativa pode levar a práticas que, embora populares, desviam o foco do verdadeiro propósito do culto: a adoração a Deus e a edificação do Corpo de Cristo. Vejamos alguns perigos desses modismos: 1. Superficialidade Espiritual: Muitas igrejas passam a focar em eventos, shows e discursos motivacionais, deixando de lado o ensino profundo das Escrituras. Isso cria cristãos que conhecem pouco da Palavra e são facilmente levados por qualquer vento de doutrina (Efésios 4:14). 2. Centralidade no Homem: Em vez de Deus ser o centro do culto, o homem passa a ocupar esse lugar. O foco se desloca para experiências pessoais, sentimentos e conquistas, criando uma fé frágil, que depende de circunstâncias favoráveis para se manter. 3. Perda da Reverência: A busca por inovação muitas vezes desvaloriza a santidade e a reverência que devem marcar a adoração a Deus. A igreja se torna um lugar de entretenimento, e não um local de encontro com o Sagrado. 4. Relativização da Verdade: No desejo de não ofender e atrair mais pessoas, a pregação do arrependimento e da cruz é suavizada ou até mesmo omitida. O Evangelho puro é substituído por mensagens de autoajuda e prosperidade, que não confrontam o pecado nem chamam à transformação. O Caminho de Volta A solução para esses desafios é simples, mas exige coragem: um retorno à centralidade das Escrituras. Paulo exortou Timóteo a pregar a Palavra, "quer seja oportuno, quer não" (2 Timóteo 4:2), e esse deve ser o compromisso de toda igreja que deseja honrar a Deus. Os crentes devem buscar igrejas que ensinem a Palavra com fidelidade, que valorizem a oração, a comunhão e a santidade. A adoração genuína não precisa de artifícios — ela brota de corações transformados pelo poder do Evangelho. Conclusão O pragmatismo religioso e os modismos modernos podem até trazer resultados imediatos, mas são construções frágeis, que não sustentam a fé diante das adversidades. A igreja não foi chamada para ser popular, mas para ser fiel. Que possamos voltar nossos olhos para Cristo, firmando nossos pés na Rocha inabalável que é a Palavra de Deus. Que a nossa busca não seja por relevância ou aceitação, mas por uma vida que glorifica a Deus em espírito e em verdade. Soli Deo Gloria! Israel Junior (Igreja Presbiteriana do Sul JD licinia ) Conheça nosso Canal Conteúdo teológico #28 Comentários Postagens mais visitadas deste blog DAVI ERA FILHO BASTARDO DE JESSÉ? março 26, 2025 Imagem DAVI ERA FILHO BASTARDO DE JESSÉ? Exegese acadêmica do Salmo 51.5 Por: Rev. Deivinson Bignon, ThM1 INTRODUÇÃO “Eu nasci em iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51.5, NAA). Tenho acompanhado com interesse a mais nova série veiculada pela Amazon em 2025, intitulada “Casa de David” (“House of David”). Nela, a premissa principal é que Davi foi filho bastardo de Jessé e que, por isso, foi alvo dos preconceitos típicos desta situação pelo clã de Judá e sua própria família. Uma série bem feita e interessante. Contudo, qual a base bíblica para essa premissa? Davi era mesmo o filho bastardo de Jessé? A fim de investigar exegeticamente esta questão, analisei o Salmo 51.5, texto que geralmente acende essa polêmica e as discussões em torno dela. O Salmo 51, tradicionalmente atribuído a Davi, é um dos salmos penitenciais mais emblemáticos do Antigo Testamento, associado ao arrependimento de Davi após seu pecado com Bate-Seba (2Sm 11-12). O versículo 5, “Eu nasci em iniquidade... Leia mais FU
quarta-feira, 23 de abril de 2025
UMA INTRODUÇÃO e ANÀLISE DAS CARTAS DE PAULO NA PRISÃO EM EFÈSIOS,FILIPENSES,COLOSSENSES E FILEMOM Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom, e compreendem as chamada Epístolas da prisão, (ou do cativeiro), denominadas assim por Paulo estar preso em umas das suas viagens missionárias, e estar encarcerado quando escreveu , segundo Robert Gundry p. 337 há dois períodos durante o governo de Félix e de Festo ( Atos 23-26), ‘’ Marco Antonio Félix governou a judéia província romana e Judéia em 52 e 60 d.C e Pórcio Festo governou a província romana e Judéia entre 60 a 62 d.C. durante o reinado do imperador Nero César, O outro período foi em Roma quando Paulo esperava ser julgado perante César (Atos 28),Um dos estilos dos textos paulinos é carta Epistolar, missiva ou circular, que havia na época do primeiro século , era muito comum esse tipo de documento e correspondência, havia ‘’ escribas ou Amanuenses que escreviam cartas que eram ditadas como o papel e material era muito caro e nem todos dominavam a língua e sabiam escrever ( Robert Gundry – Panorama do Novo Testamento , era comum escrever cartas naquele tempo do século primeiro d.C., As Epístolas continham as interpretações e informações da pessoa de Jesus, e seus ensinos, sua obra. As cartas mito contribuíram para a formação da Teologia do cristianismo e manter uma espécie de Unidade Cristã de fé e Doutrina Apostólica , A opinião dos Eruditos é que Efésios é de autoria Paulina, pelo estilo, palavras e vocabulário comum nas cartas paulinas, A Data provavelmente seria entre 61 d.C. a 64 d.C., Paulo estava em Roma na prisão, um dos destinatários e alvos eram os cristãos de Éfeso , escreve a vida e prática em comunidade cristã, Donald Guthrie, William Barclay e Helmut Heinrich Koester, Raymond E. Brown , Joachin Jeremias , comentam que “ geralmente se supõe que a epistola aos Laodicenses seja a que nós conhecemos como a epístola aos Efésios’’. Segundo um dos gêneros Literários as Epístolas podem ser : em sua estrutura análise temática, com assuntos ou temas, ou ainda tópicos ,ações da graças, apologética ou defesa apostólica, exortação, doutrinária, pastoral, saudações finais como sugere F.F Bruce, e Thomas Schreiner e Charles Wanamaker, Johns Harvey e Jeffrey Weima falam em Análise Epistolar , e Análise histórico-gramatical em ‘’ Interpretação das cartas Paulinas – cultura cristã . Porque estudar a carta de Paulo aos Efésios, por proclamar a mensagem Bíblica da salvação, e apresentar o ensino teológico sobre a Eleição, salvação e a igreja , inegavelmente Efésios é uma carta fascinante no seu estilo literário e no seu conteúdo , ela é considerada a coroa e o clímax da teologia paulina , para o teólogo John Stott ‘’ Efésios é um resumo , muito bem elaborado , das boas novas do cristianismo e de suas implicações ‘’ William Barclay diz que Efésios é a carta suprema de Paulo , é ‘’ a rainha das epístolas, Se pudéssemos dar um Título para a epístola de Efésios seria ‘’ A vocação da Igreja, ou a carta Magna da Igreja’’, ‘’ Ele fez abundar para conosco em toda sabedoria e prudência, fazendo-nos conhecer o ministério de sua vontade .. para a dispensação da plenitude dos tempos , de fazer convergir em Cristo todas as coisas...’’ ( Ef 1:9,10) Quanto a estrutura de Efésios temos : A introdução , Louvor pela obra redentora , A unidade em Cristo, evitar a velha vida, Unidade nas diversas relações, conclusão e bênçãos, Quanto ao tema e versículo é ‘’ E pôs as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas , o deu á Igreja, a qual é o seu corpo Ef 1:22-23) O tema central da epístola é a Igreja como corpo de Cristo. Paulo apresenta uma descrição sublime dessa verdade desde o início da Igreja até seu testemunho perante o mundo e seu combate contra as heresias e as forças do mal. As chamadas epístolas da prisão : Efésios, Filipense, Colossenses, Filemom, tinham natureza circular e foram escritas para mais de uma Igreja, da àsia, comparando o conteúdo de Ef 6:21-22, col 4:7-9), os Pastores Jonas Celestino Ribeiro e Darci Dusilek , comentando Ed Horizonal falam que os textos mencionados são o fundo histórico da Epístola A carta aos colossenses que anterior a Efésios, p. 57 , como propósito aliás nas quatro cartas, é enfatizar e exortar a santidade de vida Cristã, as bênçãos da salvação , a doutrina da graça e luta diária entre o mundo, o pecado, a carne, e viver no Espírito, A Carta ou Epistola aos Filipenses, Tem como autor o Apóstolo Paulo e data provável na década de 60 a 64 d.C. , Filipenses é uma carta informal de Paulo e aponta Cristo como o centro da Fé cristã, tanto que o nome Jesus e o título ‘’ cristo’’, ocorre 51 vezes ao longo da epístola, nela Paulo da ênfase a unidade do corpo e a encarnação do verbo, seu esvaziamento, William Hendriksen (1900-1982) professor em Princeton e comentarista bíblico e teólogo apresenta três razões quanto á relevância de Filipenses : 1- Ela nos revela o segredo da verdadeira felicidade, 2- Ela nos revela um homem que descobriu e experimentou esta felicidade, 3- Ela nos ensina que Jesus é a fonte da felicidade, uma carta que ensina A alegria em Cristo, O Apóstolo Paulo escreveu esta carta quando estava preso em Roma em 61 ou 52 d.C. , com três propósitos : agradecer a oferta enviada pelos Filipenses por intermédio de Epafrodito (4:10,11) e prover orientação espiritual e encorajamento para os leitores que enfrentavam tribulações e convocar os irmãos a lutar pela Unidade da Igreja ( 2:1-11: 4:2), Paulo estava com saudades da Igreja de Filipos, e com alegria glorificava a deus pela existência daquela Igreja tão amada por ele, ele também ensina e anima os irmãos, a viver pela fé apesar do sofrimento, perseguições e lutas, ‘’ para mim o viver é Cristo , e o morrer é lucro ‘’ (Fp 1.21), Paulo faz várias exortações pela Unidade , Falou-lhes que deveriam ter uma Unidade espiritual(FP 1:27), e que todos deveriam ter um só ponto de vista ( FP 2:2), e Exortou a que estivessem firmes , perseverantes , combatendo pela fé do evangelho, e também combateu a doutrina Gnóstica e Docética (FP 2.7-8), na carta aos filipenses temos provavelmente um hino cristão antigo traduzido do Aramaico um hino de vitória e Louvor, no texto de Filipenses 2:6-11. E Atos 16:25, uma mensagem de encorajamento, Filipos foi uma cidade estratégica e ponto de partida para a pregação do evangelho, em Atos 16:11 Paulo e silas e Timóteo e Lucas chegam La na segunda viagem missionária a um lugar de oração, havia uma comunidade e Igreja com Lídia e o carcereiro primeiros convertidos , provavelmente Paulo fez ainda duas visitas até escrever essa carta, e uma Igreja que se tornou modelo para outras Igrejas, Estrutura de Filipenses é : saudações, a gratidão de Paulo pelo amor e oração dos Filipenses, relatos sobre o evangelho em Roma, e exortação a uma vida digna do evangelho, um apelo á Unidade tendo cristo como exemplo ‘’ tende em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus ‘’ Filip 2 , Avisos contra uma religião de confiança em si mesmo, aviso contra o falso perfeccionismo, e libertinismo e a vida no pecado (carnalidade ‘’ como disse são Tomás de Aquino ‘’ carnalítas vestutas est ‘ a carnalidade é velhice espiritual’’ , Apelos á unidade e á paz, e finalmente saudações costumeiras, o tema central na carta aos FILIPENSES é : Regozijar-se e alegria, nos ensina que o crente não vive as circunstâncias ao redor, mas pela Fé, outro tema em Filipenses é o da Humildade e Maturidade na vida cristã, Parece-nos um paradoxo, Paulo estava preso e acorrentado, e ao mesmo tempo fala em Filipense s que o crente tem que manter a alegria, A carta ou Epístola de Paulo aos COLOSSENSES – colossos era uma cidade da Frígia Paulo escreve quando estava preso em Roma em 62 a 64 d.C., combateu grandes heresias é um pouco semelhante com Efésios, colossos, Hierápolis e Laodicéia eram três cidades menores da Frígia na província romana da Ásia, e leste de Èfeso, Habitada por população autóctone , colonos gregos e uma comunidade Judaica, foram evangelizados por Epafras que era discípulo de Paulo (1:7: 4:12). Tem como estrutura e sinopse : A saudação, Ação de graças, súplica, uma parte doutrinal com hino a Cristo, os pagãos reconciliados, o ministério de Paulo, exortação á vida cristã, contra doutrinas perigosas, morte espiritual e vida com Cristo, conselhos pastorais e genéricos, e conselhos particulares, saudações e despedidas finais . Com esta carta aos colossenses Paulo desejava corrigir os falsos ensinamentos que estavam surgindo na Igreja, Ao fazê-lo , o apóstolo apresentou uma descrição clara de Jesus Cristo como supremo Senhor do Universo, cabeça da Igreja e o Ùnico por meio de quem podemos obter o perdão p.1972 Bíblia King James (BKJ), Paulo fala dos rudimentos, combate as práticas ascéticas, e religiões de mistérios que havia na época, era uma carta contemporânea com Efésios e a breve epístola a Filemon, a uma cristão de colossos , convertido por Paulo, havia um perigo especulações em colossos, baseadas no Judaísmo, (col 2.16), e influenciados pela filosofia Helenística, um ensino fantástico em sua Cristologia, Paulo afirma com absoluta autoridade a supremacia de Cristo (col 1:15-17), confrontando com a heresia na Igreja de colossos, ‘’ Cristo , o Senhor da criação e a cabeça do corpo que é sua Igreja, é completamente suficiente para toda necessidade espiritual e prática do crente (Descobrindo a Bíblia) p. 444 , uma das mensagens é a primazia de Cristo, Paulo encoraja os novos cristãos a continuarem na verdade em face aos ataques dos falsos mestres da época, ‘’ de fazer convergir nele(Jesus Cristo) na dispensação da plenitude dos tempos , todas as coisas , tanto as do céu como as da terra’’ Ef 1.10, como disse Teilhard de Chardin ‘’ Jesus é o ponto ômega do Universo‘’ ( Panorama do Novo testamento, p. 343 ) . Havia filosofias gregas vãs sutilezas, legalismo judaico, tradição de homens, e misticismo Oriental idolatria, adoração e culto dos Anjos, visões e êxtase, e ascetismo, Na Antropologia Paulina há um conceito da teologia Rabínica e judaica do conceito ‘’ velho homem, e novo homem’’, uma vez que vos despistes do velho homem com seus feitos (col 3:9 ), e o conceito do ‘’ novo homem’’’ E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento (Epignósis) , segundo a imagem daquele que o criou ( col 3:10) , A Igreja de COLOSSOS deve ter sido fundada na época em que Paulo desenvolveu o seu ministério em Èfeso, e nessa época muitos se converteram , e se tornaram companheiros de Paulo na obra missionária e expansão do cristianismo entre eles estavam Àrquipo, Filemom, Epafras, um dos propósitos era combater as heresias e idéias falsas, e defender a Fé cristã, A epístola aos colossense nos inspira e ensina e motiva a crer na suficiência da pessoas e obra de cristo , Ele nos textos Paulinos tem toda preeminência, , ele é o Ùnico e todo-suficiente salvador , Paulo nos adverte quanto á tentação de voltar a praticar os pecados da nossa vida sem Jesus , nos capacita a enfrentar as heresias , principalmente aquelas que negam a excelência da pessoa de Jesus, Os destinatários o texto nos indica’’ aos santos e fiéis irmãos em Cristo que se encontram em Colossos, Paulo foi informado por Epafras da ação dos Juidaizantes --- e dos gnósticos em colossos, alguém disse que colossos é o livro mais cristocêntrico e cristológico do Novo Testamento, A.T. Robertson e C.J. Allen – comentário Bíblico Broadmam JUERP 1985 , nele Paulo fala que Jesus é o Senhor da criação, e cabeça da Igreja, Paulo vê Jesus como a imagem do deus invisível, e enfatiza na palavra Jesus é o primogênito , por causar direitos envolvidos e o herdeiro de Deus Pai, E está acima de tosos, ( tornos, dominações, principados, potestades) e todo foi feito por ele e para ele, Paulo ensina em colossenses que cristo é o , ou a cabeça da Igreja, ( 1:18-19) em tudo ele tem a preeminência e habita toda plenitude Pléroma, da divindade e ainda ensina que cristo é mediador e reconciliador , uma coisa que aprendemos em colossense é que Jesus quitou nossa dívida da velha aliança e a cravou na cruz , e que Os combates do ministério cristão produzem aflições , mas há alegria pela Fé , união em amor e firmeza da Igreja . Nas palavras de Walter M. Dunnett – Panorama do Novo testamento Ed vida nova – ‘’ Essa é uma das duas epístolas escritas por Paulo a Igrejas que ele não havia fundado, parece que durante a longa estada em èfeso (At 19)um de seus companheiros de ministério levara a mensagem de Cristo até Colossos, Ao ler Colossenses 2:8-3:5 , percebemos que as principais características daqueles falsos ensinos são : Uma filosofia racionalista que negava a revelação de Deus (2.8), Uma religião legalista que ameaçava seriamente o conceito da liberdade cristã , Humildade voluntária e culto a Anjos, baseado em um conhecimento superior , eram chamados de ‘’ os Teleios ou Teleiósis ’’, os maduros, espirituais, e experimentados, ou perfeitos, 2:18 , A epistola aos colossenses gira em torno da chamada ‘’ heresia colossense ‘’, empregada frases e palavras dos falsos mestres como ‘’ conhecimento ou gnose e ‘’ plenitude ou pleroma, censura as tradições rabínicas e regulamentos sobre alimentos e a observância do sábado e de festividades religiosas ( cap. 2:8, cap 2:11 e 3:11, e 2 :6) pág. 342 e 343 Robert Gundry Dentre as epístolas de Paulo , na sua primeira prisão domiciliar em Roma “ estava sob a lei Romana ‘’ Pòrcia’’ A carta aos Colossenses a que mais se aprofunda no conhecimento da pessoa de Jesus é a mais Cristológica, Ele é apresentado como o Libertador, o Redentor de nossos pecados pelo seu sacrifício na cruz , a imagem do Deus vivo invisível , o primogênito ( greg: Prototokos) dentre os mortos, O cabeça de todo principado e potestade , a plenitude de Deus , a Esperança da glória, Assim a epistola de Paulo aos Colossenses magnifica o nosso bendito salvador, que tem toda autoridade no céu e na terra, o Cristo Ressurreto o Filho de Deus, igual em essência e Atributos e intercambiável com Deus Pai, Há um texto em Colossenses que indica que Paulo estava realmente preso em Roma , ‘’ A saudação é do próprio punho de Paulo , Lembrai-vos das minhas algemas , A graça seja convosco’’ ( col 4:18), W.C .Taylor argumenta que Paulo quando escreveu o final de Colossenses estava em sua prisão domiciliar em Roma (Atos 28:16), ligado a um soldado romano por algemas na mão direita, sob a lei pórcia, e essas algemas lembravam a sua fidelidade ao Senhor , A fidelidade a Cristo custa um preço elevado ‘’ Porque vos foi concedida a graça de padecer por Cristo ,e não somente de crerdes nele (Fil 1:29) ‘’ Tudo suporto por causa dos eleitos , para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus com eterna glória ( 2 Timóteo 2:10) O significado da proeminência de Cristo na vida Cristã em Colossenses, cristo tinha a supremacia no ministério de Paulo para Paulo Cristo só é comparado ao próprio Deus, e consubstancial com Deus, Ele deve ser adorado como Deus, O que Paulo deseja é que em Cristo tenhamos uma nova vida escondida em Cristo, a habitação plena do novo homem em nós ( pág. 10 Toda a Bíblia em um Ano Pr. Jonas Celestino Ribeiro Ed Vida plena ) A Epístola ou Carta de Paulo a FILEMOM Filemom era um Cristão de Colossos, um discípulo de Paulo quando este o encontrou na prisão, que tinha um escravo de nome Onésimo que fugiu para Roma e foi preso, seu nome significa ‘’ Inútil’’, mas num jogo de palavras se tornou útil ao evangelho e ao ministério de Paulo, o Objetivo da carta era pedir a Filemom que perdoasse o escravo fugitivo o recebesse como irmão em Cristo Fiemom é uma carta de amor e perdão , escrita em 60 d.C., uma carta pessoal e pastoral, fala de amizade, perdão e reconciliação, ensinado a natureza do amor de Deus e como ele age na vida das pessoas, e ensina o impacto e efeito do evangelho e conversão na vida das pessoas, Filemom ensina sobre o perdão de pecados , a obrigação que temos de perdoar áqueles que nos devem, Paulo se apresenta como o prisioneiro, o velho ou Ancião,o pai espiritual, o companheiro, o irmão, muito provável que Timóteo estivesse com Paulo quando a carta foi escrita ( Fp 1:1, col 1:1) , filemom é chamado de colaborador, companheiro (sízigós’’, cooperador no ministério apostólico Paulino , assim como Timóteo, Urbano, Apolo, Áquila e Priscila, Epafrodito, Epafras, Tíquico e Onésimo, Marcos, Aristarco, Demas, Lucas e outros, Filemom era filho na fé de Paulo era um homem rico e tinha escravos com o coração no Reino de Deus , era casado com Áfia, com quem tinha um filho Arquipo, col 4:17, a Igreja se reunia em sua casa para culto e adoração, Filemom era amoroso e amava a Jesus e seu Reino, parece que estamos ouvindo o Apóstolo Paulo falando : você Filemom deve amar e perdoar seu escravo Onésimo como seu irmão, pois eu o gerei na prisão, Filemom reanima o coração dos seus irmãos ‘ porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio ‘’ Filemom 7 , Interessante que Paulo desejava que antes de ter Filemom no Ministério cooperando, pede a ele para aceitar e perdoar seu escravo ONÈSIMO , que havia se convertido na prisão, e evitar a punição cruel ao escravo foragido, De acordo com Merril C. Tenney , a epístola a Filemom contém todos os elementos do perdão : ofensa (v. 11,18), compaixão (v. 10), intercessão (v. 10,18-19( , substituição (v. 18-19(, restauração (v.15), elevação para novas relações (v. 16), em ‘’ O Novo Testamento sua Origem e Análise- Merill C. Tenney Ed : Shedd p. 325 e Descobrindo a Bíblia – Alex Varughese , História e Fé das comunidades Bíblicas central Gospel p. 485 , como em toda a bíblia a carta de Paulo a Filemom , fala de amor, e perdão, e nova vida em Cristo, dentro do aspecto da Cristologia , Paulo ilustra o princípio do perdão, Paulo suplica por Onésimo e se oferece para pagar qualquer dívida que Onésimo tivesse para com Filemom (v. 18 e 19), Assim ele ilustra a doutrina da imputação . O mérito de uma pessoa é reconhecido com base no mérito de outra . Pág 82 Walter M. Dunett – Panorama do Novo Testamento Ed Vida Nova . BiBLIOGRAFIA CONSULTADA * Biblia de Jerusalém – Paulus * Bíblia Bíblia thompsom * Bíblia de Estudo Genebra * Bíblia Shedd * Bíblia King James * Bíblia Mathew Henry * Teologia do Novo testamento – Joachin jeremias * Teologia do Novo Testamento – George Eldon Ladd Teologia Do Novo Testamento – Donald Guthrie * Panorama do Novo Testamento- Robert H. Gundry * História e histórias do Novo testamento – Bem Witherington iii * Teologia do Novo Testamento – Leon Morris * Efésios – Francis Foulkes – Introdução e comentário vida nova * Colossenses e Filemom- Ralph P. Martin introdução e comentário vida nova * Introdução ao Novo Testamento – D.A. Carson, Douglas J. Moo, Leon Morris * Manual Bíblico – Henry H. Halley * Como ler a Bíblia livro por livro – Gordon Fee e Douglas Stuart vida Nova * O novo comentário Bíblico Novo Testamento- Vários autores central Gospel * Lendo a Bíblia livro por livro- William H. marty e Boyd Seevers Vida Nova * Através da Bíblia livro por livro- Myer Pearlman Ed vida * O novo Dicionário da Bíblia- J. Douglas * o Novo comentário da Bíblia – F.Davidson * Comentário Bíblico Bruce – Frederick F. Bruce * Paulo o apóstolo da Graça – sua vida, cartas e Teologia- F. F. Bruce Ed Shedd *Apóstolo Paulo vida, Obra e teologia – Jurgen Becker * História do Novo testamento – F.F. Bruce * estudos do novo testamento – Scot Mcknihgt e N. K. Gupta * Panorama do Novo testamento – Klaus –Michael Bull – História , contexto e teologia. * Conheça melhor o Novo testamento – John D.Barnett Ed cristã evangélica * Estudos Bíblicos – Arival Dias Casimiro – Z3 Editora * Foco e Desenvolvimento no Novo testamento – Carlos Osvaldo cardoso Pinto Editora Hagnos * Panorama Bíblico – Henrietta C. Mears * As cartas de Paulo da prisão de efésios a Filemom – Silas Alves Falcão – Casa Publicadora Batista * Introdução ao Novo testamento – Helmut Koester- 2 vol , História e Literatura do cristianismo primitivo Ed Paulus Revista Compromisso Escola Dominical 2 trimestre de 2003 Pr. Salomão de Moraes JUERP * No Compasso Da Graça – Israel belo de Azevedo . * Teologia Bíblica do Novo testamento – G.k. Beale Ed vida nova * Introdução ao Novo testamento – Craig L. Blomberg * Fabrício Barreto Gonçalves email: fabricio.barreto170@gmail.com Instagram : fabricio Barreto Gonçalves Facebook, Telegram Especialização em : História da Igreja Antropologia Bíblica Teologia Bíblica Novo Testamento Teologia Sistemática Meu Blogger: Fabrício barreto Gonçalves Cel : 22- 999725867
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Entre os mais antigos, estão o Rigveda, do hinduísmo, que terá sido redigido entre 1 500 e 1 300 a.C.. A primeira escritura impressa para distribuição em massa foi o Sutra do Diamante, um texto budista, de que é conhecida uma edição de 868 d.C. Textos Muitas religiões possuem textos sagrados. Entre os mais conhecidos, estão as diversas Bíblias cristãs, o Alcorão islâmico, o Torá judaico e muitos outros. Uma página do Alcorão, de Alandalus, do século XII Livros Os livros sagrados são obras literárias presentes nas principais religiões cujos autores teriam recebido uma possível revelação Divina. Na opinião dos adeptos das respectivas religiões, tais autores eram pessoas iluminadas, que podiam se comunicar com as divindades inspiradoras. São considerados profetas, muitas vezes. São exemplos de livros sagrados (de acordo com a respectiva religião): Livros sagrados por religião Budismo O Livro Tibetano dos Mortos Sutra do Coração Sutra do Diamante Sutra do Lótus Tripitaca Abidarma Suta Pitaca Darmapada Confucionismo Cinco Clássicos Clássico da Poesia Clássico dos Ritos I Ching Os Anais de Primavera e Outono Shujing Quatro Livros Analectos de Confúcio Cristianismo A Bíblia O conteúdo das Bíblias cristãs difere por denominação. O Cânone de Trento define uma lista canônica de livros da Bíblia Católica que inclui todo o cânone de 73 livros reconhecido pela Igreja Católica, incluindo os livros deuterocanônicos. (Nas versões da Vulgata latina, 3 Esdras, 4 Esdras e a Oração de Manassés estão incluídos em um apêndice, mas são considerados não canônicos). A maioria das Bíblias protestantes inclui os 24 livros da Bíblia Hebraica (os livros protocanônicos) divididos de forma diferente (em 39 livros) e os 27 livros do Novo Testamento com um total de 66 livros. Algumas denominações (por exemplo, anglicanismo) também incluem os 15 livros apócrifos bíblicos entre o Antigo e o Novo Testamento, com um total de 81 livros. As Bíblias grega e ortodoxa oriental incluem os anagignoskomena, que consistem nos deuterocanônicos católicos, mais 3 Macabeus, Salmo 151, a Oração de Manassés e 3 Esdras; O Quarto Livro dos Macabeus é considerado canônico pela Igreja Ortodoxa da Geórgia. A Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, é oficial. A Igreja do Oriente inclui a maioria dos livros deuterocanônicos do Antigo Testamento que são encontrados na Peshitta (a versão siríaca da Bíblia). O Novo Testamento em versões modernas contém os 5 livros disputados (2 Pedro, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse) que foram originalmente excluídos. Na Ortodoxia Oriental, o cânone bíblico difere em cada Patriarcado. A Igreja Ortodoxa Apostólica Armênia incluiu várias vezes uma variedade de livros no Novo Testamento que não estão incluídos nos cânones de outras tradições. A Igreja Ortodoxa Etíope Tewahedo e a Igreja Ortodoxa Eritreia aceitam vários livros de acordo com os Cânones Estreito ou Mais Amplo, mas sempre inclui todo os deuterocanônicos católicos, a Oração de Manassés, 3 Esdras, 4 Esdras e O Livro de Josippon. Eles também podem incluir o Livro dos Jubileus, Livro de Enoque, 1 Baruque, 4 Baruque, bem como 1, 2 e 3 Macabeus Etíopes (sem relação com os Livros dos Macabeus). O Novo Testamento contém os Sinodos, os Livros da Aliança, Clemente e a Didascalia. Algumas igrejas sírias, independentemente de serem católicas orientais, nestorianas, orientais ou ortodoxas orientais, aceitam a Carta de Baruque em seu cânone. Alguns dos primeiros quakers também incluíram a Epístola aos Laodicenses. Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) Bíblia Livro de Mórmon Doutrina e Convênios Pérola de Grande Valor Igreja da Unificação Bíblia O Princípio Divino[1][2] Movimento rastafári A Bíblia (cânone da Igreja Ortodoxa Etíope) Kebra Negast Santo Piby Os discursos e escritos de Haile Selassie I (incluindo sua autobiografia My Life and Ethiopia's Progress). Doutrinas e Leis A Bíblia (à esquerda) e o livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras (à direita) servem como pastor da igreja da Ciência Cristã. Várias denominações cristãs têm textos que definem as doutrinas do grupo ou estabelecem leis que são consideradas obrigatórias. Os grupos consideram que estes variam em permanência de interpretações inquestionáveis de revelações divinas a decisões humanas feitas por conveniência ou elucidação que estão sujeitas a reconsideração. Doutrinas como a Trindade, o nascimento virginal e a expiação. Os Dez Mandamentos, também conhecidos no Cristianismo como Decálogo, são um conjunto de princípios bíblicos relacionados à ética e adoração. O livro da Ciência Cristã Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, junto com a Bíblia, serve como o "pastor impessoal" permanente da Igreja de Cristo, Cientista. Os Adventistas do Sétimo Dia consideram os escritos de Ellen White um status elevado, embora não igual à Bíblia, visto que ela é considerada uma profetisa inspirada. O Swedenborgianismo é definido pelas interpretações bíblicas de Emanuel Swedenborg começando com Arcana Coelestia. No catolicismo, o conceito de Magistério reserva questões de interpretação religiosa à Igreja, com vários níveis de infalibilidade expressos em vários documentos. A infalibilidade da Igreja é aplicada a: Na Igreja Católica, infalibilidade papal de um número muito pequeno de decretos papais. A maioria dos documentos produzidos pelo Papa, incluindo o Catecismo da Igreja Católica, são considerados sujeitos a revisão. Para as decisões dos concílios ecumênicos em denominações católicas, alguns ortodoxos e algumas protestantes, embora as denominações não católicas só aceitem certos concílios como genuinamente ecumênicos. O Manual de Doutrina do Exército de Salvação.[3] Transubstanciação e ensinamentos marianos na teologia católica romana. O departamento da Santa Sé que trata das questões de doutrina é denominado Congregação para a Doutrina da Fé.[4][5] A distinta doutrina calvinista da "dupla" predestinação. Discordianismo Principia Discordia Espiritismo A Gênese O Céu e o Inferno O Evangelho segundo o Espiritismo O Livro dos Espíritos O Livro dos Médiuns Fé Bahá'í Kitáb-i-Aqdas Kitáb-i-Íqán Palavras Ocultas Epístola ao Filho do Lobo Os Sete Vales Joias dos Mistérios Divinos Epístolas de Bahá'u'lláh O Tabernáculo da Unidade O Chamado do Senhor das Hostes O Segredo da Civilização Divina Epístolas do Plano Divino A Última Vontade e Testamento Hinduísmo Mahabharata Bhagavad Gita Upanishad Shruti Vedas Rig Veda Samaveda Iajurveda Atarvaveda Ioga Sutras Igreja de Satã Bíblia Satânica Islamismo Alcorão (Corão) Suna Hadith Judaísmo Torá Tanaque Talmude Mitzvá Sefer Yetzirah Textos primários da Cabalá Pastafarianismo Evangelho do Monstro do Espaguete Voador Religião asteca Grupo Borgia Religião maia Popol Vuh Religião na Grécia Antiga As Argonáuticas (Apolónio de Rodes) Hinos homéricos Ilíada Máximas délficas Odisseia Teogonia Religião no Egito Antigo Grande Hino a Aton Litania de Rá Livro da Vaca Celestial Livro dos Mortos Textos das Pirâmides Textos dos Sarcófagos Siquismo Guru Granth Sahib Taoismo Tao Te Ching Zhuāngzǐ Liezi Thelema Os Livros Sagrados de Thelema, especialmente O Livro da Lei. Wicca Livro das Sombras Lei Tríplice Rede Xintoísmo Kojiki Rikkokushi, que inclui o Nihon Shoki e o Shoku Nihongi. Fudoki Jinnō Shōtōki Kujiki Zoroastrismo Avestá Iasna Gatas Bíblia de Gutenberg de 1455. O primeiro livro impresso no Ocidente Atitudes As atitudes perante os textos sagrados diferem. Enquanto algumas religiões difundem livremente as suas escrituras, outras consideram-nas um segredo que só pode ser revelado aos fiéis e iniciados. Algumas religiões assumem que as suas escrituras são "a palavra de Deus" e, como tal, são infalíveis e inalteráveis, procurando impedir qualquer alteração e estabelecendo um cânone dos textos que são efectivamente considerados sagrados. Sendo, muitas vezes, traduzidos para línguas modernas, reconhecem, habitualmente, a superioridade da língua sagrada original, como mais próxima da inspiração divina. Ver também Revelação divina Referências «Igreja da Unificação». Instituto Cristão de Pesquisas. Consultado em 6 de setembro de 2021 John Bowker, 2011, The Message and the Book, Reino Unido, Atlantic Books, página 13-14 The Salvation Army handbook of doctrine. London: Salvation Books. 2010. OCLC 751788275 «Congregation for the Doctrine of the Faith». Encyclopedia Britannica (em inglês). Consultado em 6 de setembro de 2021 «Congregation for the Doctrine of the Faith». ewtn.com (em inglês). Consultado em 7 de março de 2013 Ligações externas «Internet Sacred Texts Archive». Grande variedade de textos sobre diversas religiões, mitos e folclores «Ocean». Base de dados de textos religiosos de diversas partes do mundo, em várias línguas «Bible Gateway». A Bíblia, pesquisável, em múltiplas línguas e versões «Islamic Religious Books». Livros islâmicos «avesta.org: Avestá traduzidos» 🔗 «O Sutra do Diamante em português» «Hermenêutica Bíblica». Ferramentas para o estudo e interpretação da Bíblia Portal da literatura Categorias: Textos religiososLivros religiosos Esta página foi editada pela última vez às 22h40min de 25 de junho de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar
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Entre os mais antigos, estão o Rigveda, do hinduísmo, que terá sido redigido entre 1 500 e 1 300 a.C.. A primeira escritura impressa para distribuição em massa foi o Sutra do Diamante, um texto budista, de que é conhecida uma edição de 868 d.C. Textos Muitas religiões possuem textos sagrados. Entre os mais conhecidos, estão as diversas Bíblias cristãs, o Alcorão islâmico, o Torá judaico e muitos outros. Uma página do Alcorão, de Alandalus, do século XII Livros Os livros sagrados são obras literárias presentes nas principais religiões cujos autores teriam recebido uma possível revelação Divina. Na opinião dos adeptos das respectivas religiões, tais autores eram pessoas iluminadas, que podiam se comunicar com as divindades inspiradoras. São considerados profetas, muitas vezes. São exemplos de livros sagrados (de acordo com a respectiva religião): Livros sagrados por religião Budismo O Livro Tibetano dos Mortos Sutra do Coração Sutra do Diamante Sutra do Lótus Tripitaca Abidarma Suta Pitaca Darmapada Confucionismo Cinco Clássicos Clássico da Poesia Clássico dos Ritos I Ching Os Anais de Primavera e Outono Shujing Quatro Livros Analectos de Confúcio Cristianismo A Bíblia O conteúdo das Bíblias cristãs difere por denominação. O Cânone de Trento define uma lista canônica de livros da Bíblia Católica que inclui todo o cânone de 73 livros reconhecido pela Igreja Católica, incluindo os livros deuterocanônicos. (Nas versões da Vulgata latina, 3 Esdras, 4 Esdras e a Oração de Manassés estão incluídos em um apêndice, mas são considerados não canônicos). A maioria das Bíblias protestantes inclui os 24 livros da Bíblia Hebraica (os livros protocanônicos) divididos de forma diferente (em 39 livros) e os 27 livros do Novo Testamento com um total de 66 livros. Algumas denominações (por exemplo, anglicanismo) também incluem os 15 livros apócrifos bíblicos entre o Antigo e o Novo Testamento, com um total de 81 livros. As Bíblias grega e ortodoxa oriental incluem os anagignoskomena, que consistem nos deuterocanônicos católicos, mais 3 Macabeus, Salmo 151, a Oração de Manassés e 3 Esdras; O Quarto Livro dos Macabeus é considerado canônico pela Igreja Ortodoxa da Geórgia. A Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, é oficial. A Igreja do Oriente inclui a maioria dos livros deuterocanônicos do Antigo Testamento que são encontrados na Peshitta (a versão siríaca da Bíblia). O Novo Testamento em versões modernas contém os 5 livros disputados (2 Pedro, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse) que foram originalmente excluídos. Na Ortodoxia Oriental, o cânone bíblico difere em cada Patriarcado. A Igreja Ortodoxa Apostólica Armênia incluiu várias vezes uma variedade de livros no Novo Testamento que não estão incluídos nos cânones de outras tradições. A Igreja Ortodoxa Etíope Tewahedo e a Igreja Ortodoxa Eritreia aceitam vários livros de acordo com os Cânones Estreito ou Mais Amplo, mas sempre inclui todo os deuterocanônicos católicos, a Oração de Manassés, 3 Esdras, 4 Esdras e O Livro de Josippon. Eles também podem incluir o Livro dos Jubileus, Livro de Enoque, 1 Baruque, 4 Baruque, bem como 1, 2 e 3 Macabeus Etíopes (sem relação com os Livros dos Macabeus). O Novo Testamento contém os Sinodos, os Livros da Aliança, Clemente e a Didascalia. Algumas igrejas sírias, independentemente de serem católicas orientais, nestorianas, orientais ou ortodoxas orientais, aceitam a Carta de Baruque em seu cânone. Alguns dos primeiros quakers também incluíram a Epístola aos Laodicenses. Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) Bíblia Livro de Mórmon Doutrina e Convênios Pérola de Grande Valor Igreja da Unificação Bíblia O Princípio Divino[1][2] Movimento rastafári A Bíblia (cânone da Igreja Ortodoxa Etíope) Kebra Negast Santo Piby Os discursos e escritos de Haile Selassie I (incluindo sua autobiografia My Life and Ethiopia's Progress). Doutrinas e Leis A Bíblia (à esquerda) e o livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras (à direita) servem como pastor da igreja da Ciência Cristã. Várias denominações cristãs têm textos que definem as doutrinas do grupo ou estabelecem leis que são consideradas obrigatórias. Os grupos consideram que estes variam em permanência de interpretações inquestionáveis de revelações divinas a decisões humanas feitas por conveniência ou elucidação que estão sujeitas a reconsideração. Doutrinas como a Trindade, o nascimento virginal e a expiação. Os Dez Mandamentos, também conhecidos no Cristianismo como Decálogo, são um conjunto de princípios bíblicos relacionados à ética e adoração. O livro da Ciência Cristã Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, junto com a Bíblia, serve como o "pastor impessoal" permanente da Igreja de Cristo, Cientista. Os Adventistas do Sétimo Dia consideram os escritos de Ellen White um status elevado, embora não igual à Bíblia, visto que ela é considerada uma profetisa inspirada. O Swedenborgianismo é definido pelas interpretações bíblicas de Emanuel Swedenborg começando com Arcana Coelestia. No catolicismo, o conceito de Magistério reserva questões de interpretação religiosa à Igreja, com vários níveis de infalibilidade expressos em vários documentos. A infalibilidade da Igreja é aplicada a: Na Igreja Católica, infalibilidade papal de um número muito pequeno de decretos papais. A maioria dos documentos produzidos pelo Papa, incluindo o Catecismo da Igreja Católica, são considerados sujeitos a revisão. Para as decisões dos concílios ecumênicos em denominações católicas, alguns ortodoxos e algumas protestantes, embora as denominações não católicas só aceitem certos concílios como genuinamente ecumênicos. O Manual de Doutrina do Exército de Salvação.[3] Transubstanciação e ensinamentos marianos na teologia católica romana. O departamento da Santa Sé que trata das questões de doutrina é denominado Congregação para a Doutrina da Fé.[4][5] A distinta doutrina calvinista da "dupla" predestinação. Discordianismo Principia Discordia Espiritismo A Gênese O Céu e o Inferno O Evangelho segundo o Espiritismo O Livro dos Espíritos O Livro dos Médiuns Fé Bahá'í Kitáb-i-Aqdas Kitáb-i-Íqán Palavras Ocultas Epístola ao Filho do Lobo Os Sete Vales Joias dos Mistérios Divinos Epístolas de Bahá'u'lláh O Tabernáculo da Unidade O Chamado do Senhor das Hostes O Segredo da Civilização Divina Epístolas do Plano Divino A Última Vontade e Testamento Hinduísmo Mahabharata Bhagavad Gita Upanishad Shruti Vedas Rig Veda Samaveda Iajurveda Atarvaveda Ioga Sutras Igreja de Satã Bíblia Satânica Islamismo Alcorão (Corão) Suna Hadith Judaísmo Torá Tanaque Talmude Mitzvá Sefer Yetzirah Textos primários da Cabalá Pastafarianismo Evangelho do Monstro do Espaguete Voador Religião asteca Grupo Borgia Religião maia Popol Vuh Religião na Grécia Antiga As Argonáuticas (Apolónio de Rodes) Hinos homéricos Ilíada Máximas délficas Odisseia Teogonia Religião no Egito Antigo Grande Hino a Aton Litania de Rá Livro da Vaca Celestial Livro dos Mortos Textos das Pirâmides Textos dos Sarcófagos Siquismo Guru Granth Sahib Taoismo Tao Te Ching Zhuāngzǐ Liezi Thelema Os Livros Sagrados de Thelema, especialmente O Livro da Lei. Wicca Livro das Sombras Lei Tríplice Rede Xintoísmo Kojiki Rikkokushi, que inclui o Nihon Shoki e o Shoku Nihongi. Fudoki Jinnō Shōtōki Kujiki Zoroastrismo Avestá Iasna Gatas Bíblia de Gutenberg de 1455. O primeiro livro impresso no Ocidente Atitudes As atitudes perante os textos sagrados diferem. Enquanto algumas religiões difundem livremente as suas escrituras, outras consideram-nas um segredo que só pode ser revelado aos fiéis e iniciados. Algumas religiões assumem que as suas escrituras são "a palavra de Deus" e, como tal, são infalíveis e inalteráveis, procurando impedir qualquer alteração e estabelecendo um cânone dos textos que são efectivamente considerados sagrados. Sendo, muitas vezes, traduzidos para línguas modernas, reconhecem, habitualmente, a superioridade da língua sagrada original, como mais próxima da inspiração divina. Ver também Revelação divina Referências «Igreja da Unificação». Instituto Cristão de Pesquisas. Consultado em 6 de setembro de 2021 John Bowker, 2011, The Message and the Book, Reino Unido, Atlantic Books, página 13-14 The Salvation Army handbook of doctrine. London: Salvation Books. 2010. OCLC 751788275 «Congregation for the Doctrine of the Faith». Encyclopedia Britannica (em inglês). Consultado em 6 de setembro de 2021 «Congregation for the Doctrine of the Faith». ewtn.com (em inglês). Consultado em 7 de março de 2013 Ligações externas «Internet Sacred Texts Archive». Grande variedade de textos sobre diversas religiões, mitos e folclores «Ocean». Base de dados de textos religiosos de diversas partes do mundo, em várias línguas «Bible Gateway». A Bíblia, pesquisável, em múltiplas línguas e versões «Islamic Religious Books». Livros islâmicos «avesta.org: Avestá traduzidos» 🔗 «O Sutra do Diamante em português» «Hermenêutica Bíblica». Ferramentas para o estudo e interpretação da Bíblia Portal da literatura Categorias: Textos religiososLivros religiosos Esta página foi editada pela última vez às 22h40min de 25 de junho de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar
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Entre os mais antigos, estão o Rigveda, do hinduísmo, que terá sido redigido entre 1 500 e 1 300 a.C.. A primeira escritura impressa para distribuição em massa foi o Sutra do Diamante, um texto budista, de que é conhecida uma edição de 868 d.C. Textos Muitas religiões possuem textos sagrados. Entre os mais conhecidos, estão as diversas Bíblias cristãs, o Alcorão islâmico, o Torá judaico e muitos outros. Uma página do Alcorão, de Alandalus, do século XII Livros Os livros sagrados são obras literárias presentes nas principais religiões cujos autores teriam recebido uma possível revelação Divina. Na opinião dos adeptos das respectivas religiões, tais autores eram pessoas iluminadas, que podiam se comunicar com as divindades inspiradoras. São considerados profetas, muitas vezes. São exemplos de livros sagrados (de acordo com a respectiva religião): Livros sagrados por religião Budismo O Livro Tibetano dos Mortos Sutra do Coração Sutra do Diamante Sutra do Lótus Tripitaca Abidarma Suta Pitaca Darmapada Confucionismo Cinco Clássicos Clássico da Poesia Clássico dos Ritos I Ching Os Anais de Primavera e Outono Shujing Quatro Livros Analectos de Confúcio Cristianismo A Bíblia O conteúdo das Bíblias cristãs difere por denominação. O Cânone de Trento define uma lista canônica de livros da Bíblia Católica que inclui todo o cânone de 73 livros reconhecido pela Igreja Católica, incluindo os livros deuterocanônicos. (Nas versões da Vulgata latina, 3 Esdras, 4 Esdras e a Oração de Manassés estão incluídos em um apêndice, mas são considerados não canônicos). A maioria das Bíblias protestantes inclui os 24 livros da Bíblia Hebraica (os livros protocanônicos) divididos de forma diferente (em 39 livros) e os 27 livros do Novo Testamento com um total de 66 livros. Algumas denominações (por exemplo, anglicanismo) também incluem os 15 livros apócrifos bíblicos entre o Antigo e o Novo Testamento, com um total de 81 livros. As Bíblias grega e ortodoxa oriental incluem os anagignoskomena, que consistem nos deuterocanônicos católicos, mais 3 Macabeus, Salmo 151, a Oração de Manassés e 3 Esdras; O Quarto Livro dos Macabeus é considerado canônico pela Igreja Ortodoxa da Geórgia. A Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, é oficial. A Igreja do Oriente inclui a maioria dos livros deuterocanônicos do Antigo Testamento que são encontrados na Peshitta (a versão siríaca da Bíblia). O Novo Testamento em versões modernas contém os 5 livros disputados (2 Pedro, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse) que foram originalmente excluídos. Na Ortodoxia Oriental, o cânone bíblico difere em cada Patriarcado. A Igreja Ortodoxa Apostólica Armênia incluiu várias vezes uma variedade de livros no Novo Testamento que não estão incluídos nos cânones de outras tradições. A Igreja Ortodoxa Etíope Tewahedo e a Igreja Ortodoxa Eritreia aceitam vários livros de acordo com os Cânones Estreito ou Mais Amplo, mas sempre inclui todo os deuterocanônicos católicos, a Oração de Manassés, 3 Esdras, 4 Esdras e O Livro de Josippon. Eles também podem incluir o Livro dos Jubileus, Livro de Enoque, 1 Baruque, 4 Baruque, bem como 1, 2 e 3 Macabeus Etíopes (sem relação com os Livros dos Macabeus). O Novo Testamento contém os Sinodos, os Livros da Aliança, Clemente e a Didascalia. Algumas igrejas sírias, independentemente de serem católicas orientais, nestorianas, orientais ou ortodoxas orientais, aceitam a Carta de Baruque em seu cânone. Alguns dos primeiros quakers também incluíram a Epístola aos Laodicenses. Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) Bíblia Livro de Mórmon Doutrina e Convênios Pérola de Grande Valor Igreja da Unificação Bíblia O Princípio Divino[1][2] Movimento rastafári A Bíblia (cânone da Igreja Ortodoxa Etíope) Kebra Negast Santo Piby Os discursos e escritos de Haile Selassie I (incluindo sua autobiografia My Life and Ethiopia's Progress). Doutrinas e Leis A Bíblia (à esquerda) e o livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras (à direita) servem como pastor da igreja da Ciência Cristã. Várias denominações cristãs têm textos que definem as doutrinas do grupo ou estabelecem leis que são consideradas obrigatórias. Os grupos consideram que estes variam em permanência de interpretações inquestionáveis de revelações divinas a decisões humanas feitas por conveniência ou elucidação que estão sujeitas a reconsideração. Doutrinas como a Trindade, o nascimento virginal e a expiação. Os Dez Mandamentos, também conhecidos no Cristianismo como Decálogo, são um conjunto de princípios bíblicos relacionados à ética e adoração. O livro da Ciência Cristã Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, junto com a Bíblia, serve como o "pastor impessoal" permanente da Igreja de Cristo, Cientista. Os Adventistas do Sétimo Dia consideram os escritos de Ellen White um status elevado, embora não igual à Bíblia, visto que ela é considerada uma profetisa inspirada. O Swedenborgianismo é definido pelas interpretações bíblicas de Emanuel Swedenborg começando com Arcana Coelestia. No catolicismo, o conceito de Magistério reserva questões de interpretação religiosa à Igreja, com vários níveis de infalibilidade expressos em vários documentos. A infalibilidade da Igreja é aplicada a: Na Igreja Católica, infalibilidade papal de um número muito pequeno de decretos papais. A maioria dos documentos produzidos pelo Papa, incluindo o Catecismo da Igreja Católica, são considerados sujeitos a revisão. Para as decisões dos concílios ecumênicos em denominações católicas, alguns ortodoxos e algumas protestantes, embora as denominações não católicas só aceitem certos concílios como genuinamente ecumênicos. O Manual de Doutrina do Exército de Salvação.[3] Transubstanciação e ensinamentos marianos na teologia católica romana. O departamento da Santa Sé que trata das questões de doutrina é denominado Congregação para a Doutrina da Fé.[4][5] A distinta doutrina calvinista da "dupla" predestinação. Discordianismo Principia Discordia Espiritismo A Gênese O Céu e o Inferno O Evangelho segundo o Espiritismo O Livro dos Espíritos O Livro dos Médiuns Fé Bahá'í Kitáb-i-Aqdas Kitáb-i-Íqán Palavras Ocultas Epístola ao Filho do Lobo Os Sete Vales Joias dos Mistérios Divinos Epístolas de Bahá'u'lláh O Tabernáculo da Unidade O Chamado do Senhor das Hostes O Segredo da Civilização Divina Epístolas do Plano Divino A Última Vontade e Testamento Hinduísmo Mahabharata Bhagavad Gita Upanishad Shruti Vedas Rig Veda Samaveda Iajurveda Atarvaveda Ioga Sutras Igreja de Satã Bíblia Satânica Islamismo Alcorão (Corão) Suna Hadith Judaísmo Torá Tanaque Talmude Mitzvá Sefer Yetzirah Textos primários da Cabalá Pastafarianismo Evangelho do Monstro do Espaguete Voador Religião asteca Grupo Borgia Religião maia Popol Vuh Religião na Grécia Antiga As Argonáuticas (Apolónio de Rodes) Hinos homéricos Ilíada Máximas délficas Odisseia Teogonia Religião no Egito Antigo Grande Hino a Aton Litania de Rá Livro da Vaca Celestial Livro dos Mortos Textos das Pirâmides Textos dos Sarcófagos Siquismo Guru Granth Sahib Taoismo Tao Te Ching Zhuāngzǐ Liezi Thelema Os Livros Sagrados de Thelema, especialmente O Livro da Lei. Wicca Livro das Sombras Lei Tríplice Rede Xintoísmo Kojiki Rikkokushi, que inclui o Nihon Shoki e o Shoku Nihongi. Fudoki Jinnō Shōtōki Kujiki Zoroastrismo Avestá Iasna Gatas Bíblia de Gutenberg de 1455. O primeiro livro impresso no Ocidente Atitudes As atitudes perante os textos sagrados diferem. Enquanto algumas religiões difundem livremente as suas escrituras, outras consideram-nas um segredo que só pode ser revelado aos fiéis e iniciados. Algumas religiões assumem que as suas escrituras são "a palavra de Deus" e, como tal, são infalíveis e inalteráveis, procurando impedir qualquer alteração e estabelecendo um cânone dos textos que são efectivamente considerados sagrados. Sendo, muitas vezes, traduzidos para línguas modernas, reconhecem, habitualmente, a superioridade da língua sagrada original, como mais próxima da inspiração divina. Ver também Revelação divina Referências «Igreja da Unificação». Instituto Cristão de Pesquisas. Consultado em 6 de setembro de 2021 John Bowker, 2011, The Message and the Book, Reino Unido, Atlantic Books, página 13-14 The Salvation Army handbook of doctrine. London: Salvation Books. 2010. OCLC 751788275 «Congregation for the Doctrine of the Faith». Encyclopedia Britannica (em inglês). Consultado em 6 de setembro de 2021 «Congregation for the Doctrine of the Faith». ewtn.com (em inglês). Consultado em 7 de março de 2013 Ligações externas «Internet Sacred Texts Archive». Grande variedade de textos sobre diversas religiões, mitos e folclores «Ocean». Base de dados de textos religiosos de diversas partes do mundo, em várias línguas «Bible Gateway». A Bíblia, pesquisável, em múltiplas línguas e versões «Islamic Religious Books». Livros islâmicos «avesta.org: Avestá traduzidos» 🔗 «O Sutra do Diamante em português» «Hermenêutica Bíblica». Ferramentas para o estudo e interpretação da Bíblia Portal da literatura Categorias: Textos religiososLivros religiosos Esta página foi editada pela última vez às 22h40min de 25 de junho de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar
